Doutor Octopus: Origem (hq) – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Eu não tenho muito bom senso e compro umas hqs aleatórias quando vejo em promoção. Foi assim com a hq do Sandman que eu fiz resenha semana passa, e foi assim com essa da qual eu vou falar hoje. Hoje eu vou falar da minissérie Doutor Octopus: Origem.

 

Doutor Octopus Origem capa

 

Essa é uma minissérie de 5 edições e foi republicado nesse encadernado. A história conta toda a vida do Doutor Octopus, desde sua infância na escola sofrendo bullying, até seu primeiro confronto com o Homem Aranha, que é recontado.

A história foca no bullying sofrido pelo pequeno Otto Octavius na escola, a relação dele com os pais e a relação dele com a ciência por toda a vida. Logo depois de sair da escola e ir para o MIT, o gênio de Otto se revela e ele começa a trabalhar para os militares e ter recurso para suas pesquisas.

 

 

A paixão do Dr. Octopus pela ciência e sua obsessão por dominar o poder do átomo é o que move a história para frente.

Não vou falar tanto sobre a história por que, como é uma história fechada, eu prefiro deixar para quem quiser ler descobrir o que acontece.

 

 

O que eu achei?

O pai do Otto é um escroto completo e o jovem Otto é muito zuado na escola. Isso me da uma impressão de que isso funciona como uma passada de pano para o enorme filho da puta que o Dr. Octopus sempre foi. Fico um pouco na dúvida sobre isso.

Uma coisa que eu não curto muito é a verborragia do próprio Dr. Octopus. Depois da metade da história eu fiquei pensando “Como fala esse cara! Puta merda! Eu já entendi que ele é maluco. Chega.”.

O ponto alto da história é a arte. Gosto muito de como o desenhista usa a sombra. Ele monta muitas das cenas mais importantes da história com sombras. É até difícil de explicar.

 




 

Em resumo. É uma hq que não é de todo ruim. Da pra ler de boa, mas só vale a pena comprar se estiver em promoção.

Roteiro: Zeb Wells
Arte: Kaare Andrews
Cores: José Vilarrubia

Então é isso. Considerações feitas.
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Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim no portal Cultura Nerd e Geek.


Vulto

Desprezível.

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