A anatomia inacreditável de Michael Reedy

Salve, salve, seres humanos da terra.

Eu sempre achei a anatomia humana um troço extremamente complexo e, exatamente por isso, maravilhoso e cativante. Quem desenha sabe que acertar na anatomia é complicado, mas esse cara que eu trouxe hoje é um daqueles monstros que nos fazem babar. Contemple:

Dust & Moonshine, por Michael Reedy

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“Dust” (2016)

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“Moonshine” (2016)

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“La Guerre” (2016)

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“The Kiss” (2016)

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“Undone” (2016)

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“Everybody knows your fate, Honey (RED)” (2016)

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“Everybody knows your fate, Honey (DIDACTIC)” (2016)

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“Everybody knows your fate, Honey (BLACK & WHITE)” (2016)




 

Eu só posso, além de ficar embasbaco, dizer que é tudo maravilhoso. A cara desse bebê do La Guerre é muito perfeita. A forma como ele desenha as mulheres, tanto no The Kiss, quanto no Dust e no Moonshine, é maravilhosa.

O artista explica a motivação para a série:

The delicate strands of silver hair that have started to populate my wife’s head most easily explain what motivates my work. At one moment, I find them incredibly beautiful, and celebrate the fact that I have had the opportunity to share my life with her, and in another moment, I am struck with my fear of growing older and eventually losing her. Everything eventually seems to revolve around this point-of-tension between beauty and despair, between living and dying.  However, it is this duality that makes life beautiful! It is our ability to persevere in light of this duality that motivates much of my work. However, it should be stressed that I prefer to find the beauty in that silver hair. The characters that populate my work are only flirting with death–even the skeletons and skull portraits are very much living in my mind.

Traduzindo:

Os delicados fios de cabelo prateado que começaram a povoar a cabeça da minha esposa facilmente explicam o que motiva o meu trabalho. Em um momento eu os achava incrivelmente belos, e comemorava o fato de que eu tive a oportunidade de compartilhar minha vida com ela e, em outro momento, eu me impressionava com o meu medo de envelhecer e, eventualmente, perdê-la. Tudo, eventualmente, parecia girar em torno deste ponto de tensão entre beleza e desespero, entre viver e morrer. No entanto, é esta dualidade que faz a vida bela! É a nossa capacidade de perseverar na luz desta dualidade que motiva muito do meu trabalho. No entanto, convém sublinhar que prefiro encontrar a beleza naquele cabelo de prata. Os personagens que povoam o meu trabalho apenas flertam com a morte, mesmo os esqueletos e retratos do crânio são muito vivos em minha mente.

 

Visitem o site do cara que é maravilhoso e tem muita coisa foda. E podem aguardar que mais coisa dele vai aparecer por aqui podem aguardar.

É isso pessoas. Eu adorei as artes do cara como eu já disse exaustivamente.
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Um abraço.
E tchal.

via Street Anatomy

 


Vulto

Desprezível.

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