Batgirl and the Birds of Pray #1 – review

Salve, salve, seres humanos da terra.

Hoje é dia de review e eu quero falar de uma hq singela. Uma história com personagens bacaninhas que sempre ficam ali no cantinho do universo DC. Estou falando de:

Batgirl e as Aves de Rapina #1

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Eu tenho que avisar antes que eu não estava lendo nada das personagens antes do Rebirth. Eu li uma revista da Batgirl e li uma fase da Canário Negro no começo do DC you (até fiz post aqui)  e acho que a Caçadora apareceu na série Grayson, mas não li. Estou dizendo isso, por que posso perder alguma referência.

Vamos para a história.

A história começa com a Canário Negro caçando um maluco em um trem. Ela segue o cara até a sala do maquinista e o derrota com seu grito. Os controles do trem ficam zuados, mas a Batgirl, como Oráculo, consegue salvar o dia hackeando o trem e o fazendo parar. Enquanto isso a Canário narra a como a Oráculo é fodona.

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Pulamos um tempo para o momento atual da DC, onde Batgirl e Canário tentam capturar um mafioso que pode ter informações sobre a pessoa que roubou o nome Oráculo da Bárbara Gordon.  O problema é que a Caçadora está tentando matar essa pessoa.

O carro do mafioso bate num poste e as meninas descobrem que ele já está morto com várias picadas de cobra. Batgirl e Canário deixam a Caçadora fugir enquanto a narração da Canário fala como Bárbara está nervosa por causa da coisa da Oráculo.

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Elas reagrupam e para repensar e recebem uma dica que as leva à casa de um cara chamado Santo Cassamento. Chegando lá elas percebem que a Caçadora já está lá torturando o mafioso. Elas trocam porradas por algumas páginas até ouvirem um barulho de cobras.

Eis que surge o vilão:

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Mais algumas páginas muito estranhas de porradaria e finalmente Canário derrota o Áspide.

O mafioso abre o bico e diz que o Áspide trabalha para uma tal de Fenice, uma nova mafiosa que chegou em Gotham e ninguém sabe quem é. O Oráculo falso parece estar trabalhando para todo mundo ao mesmo tempo.

Batgirl e Caçadora percebem que precisam trabalhar juntas depois de uma longa discussão. Elas interrogam o Cassamento e a cena corta para a equipe ligando para a polícia. A Caçadora diz que os policiais são corruptos, mas a Batgirl diz que sabe para quem está ligando, no caso o Comissário Gordon.

E aí chegamos na última página:

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Fim da Edição.

O que eu achei? A arte varia muito, tem páginas bonitas, mas tem hora que a desenhista faz uns rostos estranhos. O roteiro é legal, achei bem bacaninha e bem resolvido na simplicidade. É uma revista que vale a pena ler, especialmente por conta das personagens que são excelentes por si só.

Sobre a Bárbara Gordon, eu não sei o que eles resolveram nos Novos 52, mas parece que ela foi Oráculo mesmo sem ter sido baleada, o que de certa forma é muito legal, afinal por quê ela precisa ser cadeirante para ser uma hacker super foda? Tim Drake, Bruce Wayne e Michal Holt conseguem ser super hackers e ainda assim serem porradeiros. Por que a Batgirl não pode? Pode sim.

E digo mais. Se deixarem a personagem ser trabalhado a ponto de ser tão fodona quanto ela era no período entre a Piada Mortal e o reboot, ela pode ser uma das personagens mais importantes do universo DC. Fica a dica.

Roteiro: Julie Benson e Shawna Benson
Arte: Claire Roe
Cores: Allen Passalaqua

Se você gosta da Batgirl, veja esse post.
e se você gosta da Canário Negro, veja esse outro post.

Então é isso galera. A HQ não é nenhuma obra prima, mas é bem legal e vale a pena ser lida.
É óbvio que eu comentei bem por auto, então leiam a revista e voltem aqui para comentar.
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Um abraço.
E tchal.

post publicado originalemente por mim no portal Cultura Nerd e Geek


Vulto

Desprezível.

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