Liga da Justiça 52 – review

Salve, salve, seres humanos super inteligentes e carecas da terra.

Quando eu comecei a ler quadrinhos, em especial os da DC, eu achei que seria interessante comprar as revistas da Liga da Justiça por que, de acordo com meu pensamento da época, era o centro das histórias da editora e assim eu saberia o que ta acontecendo no geral nas outras revistas e saber o que comprar.

Na época isso meio que funcionou, mas agora no Rebirth parece que isso vai ser um pouco o tom da revista, peno menos no começo. Digo isso por quê a edição 51 (que eu já fiz resenha aqui) foi uma história para dar o start na nova série dos Titãs, essa edição 52 inicia um outro arco que vai continuar em outra revista. Então vamos para o Review:

JL52

A história começa com Luthor com sua armadura S superfodona na sede do Planeta Diário numa cena meio estranha onde o planeta diário meio que herdou a capa do Superman morto por que, supostamente, Clark Kent não tinha família. Eles discutem um pouco e a Liga da Justiça aparece e eles tem uma discussão que não resolve muita coisa, mas mostra desconfiança entre a liga e o Luthor, que diz que uma tal Ardora que deu o símbolo do S para ele.

Menino Luthor fica pensativo, observa as bandeiras dos Estados Unidos a meio mastro por uma ordem presidencial e estranho essa honra póstuma a alguém que não é nem desse planeta.

luthor

Lex fica se gabando e falando de como ele foi líder de Apokolips (final de Darkseid War) e que agora ele tem uma caixa materna própria (uma caixa materna que fala Lex em vez de Ping) que tem como uma das capacidades estar ligadas a todos os alarmes da cidade. Ele acaba com um assalto de um jeito muito overpower peculiar que vale a pena você ler.

Enquanto ele quebra os assaltantes na porrada, mostrando que está poderoso pra caralho, tem vários recordatórios mostrando que ele está falando com alguém.

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Na página seguinte à ação ele está num hospital ao lado de sua irmã Lena, que atirou nele ainda no começo de Darkseid War, ele supõe que ela tenha sido afetado pelas caixas maternas e tenta curá-la com a sua, mas isso não funciona.

Nas últimas três páginas, mostra que o Lex conseguiu, em um dia, articular a compra do planeta diário, o que faz com que a capa do Superman morto seja dele. E acaba com essa página aqui.

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Fim da edição.




O que eu achei: Eu acho legal a ideia do Luthor usar sua inteligencia para se tornar um símbolo maior de heroísmo, mas me incomoda um pouco tê-lo como protagonista por que colocar os pensamentos de um personagem tão inteligente nos recordatórios pode ser muito difícil. É difícil para um roteirista ser tão inteligente quanto um personagem super inteligente. Poderia funcionar melhor se não tivesse recordatórios, assim como no Planetary. É claro que essa edição não revela muito, mas vamos ver o que rola daqui pra frente. Acho que vai valer a pena ler.

Roteiro: Dan Jurgens
Arte: Tom Grummet
Cores: Gabe Eltaeb

Então é isso pessoinhas. Está valendo muito a pena ler essa fase da Liga para saber o que vai rolar nas outras revistas. Não sei até quando vai ficar assim e até quando vão entrar arcos da Liga mesmo.

Leia a revista. Leia Action Comics. Volte aqui para comentar.
Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim no portal Cultura Nerd e Geek


Vulto

Desprezível.

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