Liga da Justiça da América (a nova Liga do Batman) #1 – review

Salve, salve, seres humanos e czarnianos da terra.

Hoje eu vou falar da mais nova hq da DC (a mais nova que eu me lembro) que é a nova Liga da Justiça América, a liga criado pelo Batman. Vamos lá.

Lida da Justiça da América #1 – resenha

Liga da Justiça da América

 

Essa história se passa depois de Liga da Justiça vs. Esquadrão Suicida, onde o Batman ficou amiguinho da Nevasca, entendendo que ela não tem culpa de ser do mal, e ganhou um favor do Lobo. Por algum motivo que eu não sei, por que não estou lendo a revista da Liga, o Batman azedou as relações com a Liga da Justiça e agora quer montar um “Liga da Justiça pé no chão”, uma Liga só com pessoas, sem deuses.

Pois bem. A equipe é formada por Batman, Canário Negro, Vixen, a ex-vilã Nevasca, o mercenário Lobo, e os novatos Ray e Rian Choy, o novo Átomo.


A imagem começa mostrando o Batman e a Vixen conversando sobre a equipe e os motivos dela existir. Em outro lugar, Ray e a Canário estão salvando pessoas de um incêndio em um prédio. Em outro lugar Lobo arrebenta alguns monstros que estão destruindo o meio ambiente, e ele odeia quem fere golfinhos. Em Happy Harbor, a antiga caverna da Liga, Ryan Choi tenta consertar o sistema de alerta da Liga e é ajudado pela Nevasca, que antes de ser uma vilã do mal era cientista.

Em Nova York um portal se abre e um grupo de alienígenas sinistrões do mal aparece e começa a atacar as pessoas. São os Extremistas.


O Átomo e a Nevasca conseguem consertar o sistema de alertas que já alerta a invasão dos Extremistas. Batman mando todo mundo ir para lá. Os novatos hesitam. Lobo diz para deixar as crianças para trás. Canário treta com o Lobo. No fim das contas todos vão para o local.

Começa um quebra pau enquanto Lorde Fatal, líder dos Extremistas, fala que seu mudo foi destruído e que esse mundo precisa ser salvo sendo escravizado e blablabla.


O Átomo não consegue lutar por que não tem as manhas ainda e se questiona como Ray Palmer fazia isso. Ele tem a ideia de invadir a armadura do Lorde Fatal, mas é eletrocutado por ela. Lorde Fatal o captura e diz que vai matá-lo para fazer de exemplo.

Batman se entrega no lugar do Átomo e a edição acaba.





Fim da edição.

O que eu achei? É muito importante iniciar a dinâmica da equipe? É. Mas acho que demorou muito. Na prática acontece quase nada nessa história. Isso já define como uma história ruim? Não, mas não quer dizer muita coisa de forma geral.

E como fala esse filho da puta desse Lorde Fatal, hein. Puta merda. O cara não cala a boca. Caramba.

Agora falando sério. A história é bem mediana, mas eu vou continuar lendo por que gosto da formação. Quero ver o que vão arrumar com o Lobo nesse time, me lembra muito o papel de incontrolável, controlado por alguém realmente incrível, que ele assumia na L.E.G.I.Ã.O e o papel que o Guy Gardner assumia na Liga Cômica. O Batman também tem o mesmo papel que ele assumia na Liga Cômica, o cara super respeitado em um grupo série B, com a diferença que dessa vez ele quer estar ali. A Canário também tem uma posição legal. Curti.

E o desenho é do Ivan Reis que, na minha opinião, desde Multiversity, é o maior desenhista de comics da atualidade. O cara é foda.


Roteiro: Steve Orlando

Arte: Ivan Reis
Cores: Marcelo Maiolo

Então é isso. HQ mediana, mas que pode dar muito certo por ter uma equipe legal. Vamos ver.
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Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim no portal Cultura Nerd e Geek


Vulto

Desprezível.

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