O Indigno Thor #1 – review

Salve, salve, seres humanos, Thors, trolls e bodes carnívoros gigantes do mal.

Hoje eu vou falar de uma hq da Marvel. Uma hq de um herói perdido, um herói que se foi e está de volta tentando recuperar sua dignidade e seu marretão bolado. Hoje eu vou falar de:

O Indigno Thor #1, resenha.

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O que aconteceu antes dessa revista?

No final da saga Original Sin, Nick Fury, agora com os poderes do Vigia, sussurra um segredo no ouvido do Thor. Ao saber desse segredo (que não é contado para o leitor) Thor Odinson se torna indigno e perde o Mjolnir e os poderes de Thor, tornando-se apenas Odinson (filho de Odin).

Daí vem revista Might Thor quando a Jane Foster consegue erguer o Mjolnir e se torna a Poderosa Thor. Nessa fase (que ainda ta rolando na revista Might Thor), Odinson tem o braço arrancado, por Malekith, e substituído por um braço feito de Uru negro.

Na megasaga Guerras Secretas, em uma das minisséries chamada Thors (nesse mundo de Guerra Secretas, os Thors são como uma polícia do reino, uma espécie de tropa dos Lanternas Verdes com marretas) um dos muitos Mjolnir’s deixa o universo e acaba indo para o universo 616. Essa história eu não li, então estou falando meio que de pesquisa.

E assim podemos começar o review dessa edição.

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A história começa com Odinson (não vou chamá-lo de Thor enquanto não estiver com o martelo) caindo na porrada com uma raça estranha em um planeta. Ele lembra (em narração) de como ele era fodão e poderia explodir o planeta com umas boas marretadas. Narra também que agora ele é um bosta e só luta e perde.

Logo percebemos que ele está em um planeta alienígena com criaturinhas estranhas. Ele fala algo sobre correntes, o que da a entender que é um planeta prisão ou algo do tipo. Enquanto ele apanha dessas criaturas ele estica a mão para algo. Um martelo.

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Depois dessa cena temos um flashback (de 3 meses antes) que vai contar o que aconteceu para que Odinson chegue nesse lugar.

Lua. Cientistas dizem que satélites estão desaparecendo. Alguns foram encontrados com enormes marcas de mordidas. Outras com fezes. Odinson é contatado pela Tropa Alfa para investigar. Em uma cratera escura da Lua ele encontra um bando de Trolls liderados por Ulik, o rei dos Trolls.

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Começa um porradeiro. Os Trolls zombam de Odinson por ele não estar com seu martelo. Ele passa perrengue para derrotar os Trolls, mas seus bodes gigantes mágicos superpoderosos o ajudam. Depois de muita porrada os Trolls fogem. Odinson tenta acertar eles arremessando seu machado, mas falha. Ele não é tão bom quanto o Mjolnir.

Enquanto ele fica ali triste melancólico lembrando que sua queda aconteceu ali na lua, um novo personagem aparece. Esse personagem misterioso diz que ele vai substituir o vigia e conta para Odinson que existe outro martelo, um martelo que veio de um mundo morto. (Eu acho que é o martelo do Ultimate)

 

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Odinson supõe que esse novo Mjolnir, ao chegar a esse universo, procuraria a Velha Asgard, um lugar de onde os deuses vieram antes de ir para a Asgard atual. Ele segue para lá e descobre que o Velha Asgard desapareceu. Quem teria tamanho poder para sumir com um reino?

Do nada surge Bill Raio Beta (o segundo Thor mais legal) e diz para Odinson que sabe quem roubou Velha Asgard e para onde a levaram. Eles decidem ir lá para buscar, mas primeiro:

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Fim da edição!

O que eu achei? Primeiro eu preciso dizer que esse gancho do final é meio fuleiro já que a gente já meio que sabe para onde que essa história vai pelo próprio começo dela. Dito isso, eu achei a revista legal. O roteirista, Jason Aaron, vem fazendo um bom trabalho com esse universo do Thor, acho que essa história pode funcionar.

Já gostei da presença do Bill Raio Beta, que é um personagem super legal, mas não gostei desse cara novo o “Sou o não visto”. Já acho que vou me decepcionar quando ele revelar sua verdadeira identidade.

Por fim, uma coisa que eu preciso comentar. EU DISSE que eles iam aproveitar o conceito da “Tropa Thor” de Guerras Secretas para colocar mais um Mjolnir no jogo e trazer o Thor de volta. Acertei!

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Roteiro: Jason Aaron
Arte: Olivier Coipel
Cores: Matthew Wilson

É isso galera. Se você gosta do Thor clássico, essa hq é obrigatória para você que ficou nervosinho quando ele se deu mal. Se você gosta da nova Thor, é muito provável que essas histórias vão se cruzar, então vale a pena. Se você não gosta de Thors nem de martelos, não tem nada de novo para você aqui.

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Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim no Portal Cultura Nerd e Geek


Vulto

Desprezível.

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  • Alvaro_G

    Salve Odinson! Sente a fúria do Deus do Trovão. (Ele podia tentar se apoderar das runas novamente…hehe).