Pantera Negra #1 – review

Salve, salve, seres humanos do país mais tecnologicamente desenvolvido e escondido do mundo.

Pantera Negra é o novo queridão dos fãs atuais da Marvel, especialmente dos fãs incondicionais da briga de bar Guerra Civil.

Eu não faço ideia do que vem acontecendo com o personagem depois de Guerras Secretas. então estou lendo essa primeira edição livre de contexto e vou tentar passar o feeling dessa primeira edição para vocês. Então vamos lá:

Pantera Negro #1 – review

Black-Panther-1-Cover Black Panther (2016-) 001-001

A história começa com uma rebelião, um surto de violência dos mineradores de Vibranium durante o discurso do Pantera Negro. Começa um quebra pau entre os mineradores rebelados e a guarda do Rei.

T’Challa percebe que alguém está instilando o ódio na multidão e salta para tentar interceptá-la, mas acaba tendo problemas com seus súditos enfurecidos.

Black Panther (2016-) 001-005

Enquanto isso, na Cidade Dourada, Capital de Wakanda, Ayo, uma das Dora Milaje, a guarda real do país, tenta defender Aenka , uma de suas irmãs que está sendo acusada de assassinato. O pedido delas é negado pela “mãe”, que é a madrasta do Rei.

Black Panther (2016-) 001-011

Na cena seguinte o Pantera chega no palácio e conversa com sua mãe sobre o ocorrido. Ele quer caçar e matar a pessoa que fez seu povo se voltar contra ele, mas sua mãe é contra esse extremismo todo. Ela pede que ele tenha calma.

Black Panther (2016-) 001-014

Próxima cena mostra a menina de verde, chamada Zenzi, conversando com um outro “vilão”, chamado de Tetu, sobre a situação das pessoas do reino e sua relação com Haramu-Fal, o Pantera Negra, no fim eles mostram que esses dois conspiradores estão na fronteira de Niganda com um exército armado. Fica em aberto a posição deles para a próxima edição.

Black Panther (2016-) 001-016

Penúltima cena começa com explosões nas celas do Forte Hahn, Ayo, vestida com uma armadura fodona que elas chamam de “Protótipo do Anjo da Meia Noite”, veio libertar Aenka da prisão.

A cena é tiro, porrada e bomba, elas escapam, se beijam, dormem juntas e a cena encerra revelando que Ayo roubou dois protótipos do Anjo da Morte o que coloca mais duas peças bem poderosas no tabuleiro complicado de Wakanda.

Black Panther (2016-) 001-022

 

Na última cena tem um cliffhanger legal, mas um pouco batido, para a próxima edição, mas eu não vou comentar pra não dar spoiler. Leiam vocês. E aí a revista acaba.

Fim.




O que eu achei da revista? Como eu disse, eu não sei o contexto atual do personagem e li essa edição quase como um “civil”. Eu achei a história um pouco confusa exatamente por conta disso. Em 24 páginas aconteceu coisa pra caramba. Podia ter acontecido um pouco menos de coisa e ter um pouco mais de contextualização já que é uma revista #1. Achei confuso.

O desenho do Brian Stelfreeze é bem legal e ele desenha pessoas negras, negras mesmo, nada de moreninho não, mas acho que ele não resolve bem as cenas de ação, fica tudo meio jogado, meio confuso e incomoda um pouco. Esse recurso de usar silhuetas é legal, mas ele exagerou um pouco nessa penúltima cena, tem duas páginas inteiras só com silhuetas. Incomoda um pouco.

Concluindo: A revista é legal, mas derrapa um pouco. Vale a pena ler? Vale, especialmente se você gostou do personagem nos cinemas, mas ainda não me convenceu. Vamos ver.

Roteiro: Ta-Nehisi Coates
Arte: Brian Stelfreeze
Cores: Laura Martin

É isso galera. Se puder, leiam a hq e voltem aqui para comentar o que acharam.
Um abraço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim em Cultura Nerd e Geek




Vulto

Desprezível.

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