Star Wars: Obi-Wan e Anakin (hq) #1 – resenha

Salve, salve, seres humanos, droids e todo o tipo de coisas do espaço.
Mais uma vez eu encontrei uma hq de Star Wars e resolvi ler para comentar aqui. Como já disse antes, eu não sou fã da franquia, mas como sei que vocês gostam e sou o “responsável” da parte de quadrinhos, tive que ler.

Star Wars: Obi-Wan e Anakin #1 – resenha

Star Wars: Obi-Wan e Anakin
A revista se passa em algum momento depois a morte do Qui-Gon Jinn e durante o treinamento de Jedi do jovem Anakin Skywalker.

A história começa com uma nave caindo em um planeta. Ela é atingida por algo e um módulo de fuga cai na superfície do planeta. Do módulo saem Obi-Wan e o Anakin. Anakin se desculpa, mas diz que não tinha muito o que fazer já que esse planeta é cercado por um cinturão de asteroides super denso. Obi-Wan fala que esse deve ser um dos motivos de ninguém ir para lá e que o outro é o fato de que o povo desse planeta, Carnelion IV, guerreou até a extinção.


Eles conversam, o Anakin se questiona se os Jedi deixaram isso acontecer, o Obi-Wan diz que os caras não faziam parte da República e que os Jedis não podiam interferir, Anakin fica boladinho e Obi-Wan da uma lição de moral nele.

Anakin questiona sobre o que eles devem fazer, já que seus comunicadores estão quebrados e eles não tem contato nenhum. Obi-Wan fala que ta tudo certo que a mensagem pedia ajuda e que eles, enquanto Jedis, podem resolver a parada. Eles acham que o planeta deveria estar deserto, mas de repente aparece uma nave. Obi-Wan devolve o Sabre de Luz do Anakin para ele e temos um flashback.


No flashback temos o jovem Anakin enfrentando um droid de treinamento enquanto Obi-Wan, Windu e Palpatine falam sobre ele. Para se mostrar, Anakin faz com que o droid se pareça com o Darth Maul e derrota o bichão. Outros jedis zombam do fato de ele ser alguém que está entregue às emoções e ele fica putasso e ameaça os caras.

Obi-Wan da uma chamada nele. Ele pede desculpas. O Palpatine fica todo animadinho.


De volta ao presente. Mais um monte de naves dirigíveis aparecem e elas parecem estar se enfrentando. Uma delas está caindo, mas Obi-Wan e Anakin seguram para que os tripulantes possam pular e se salvar. Uma dos tripulantes aponta armas para eles e perguntam se eles são abertos ou fechados (eu também não entendi, não pergunte).

Obi-Wan se apresenta como Jedi, mas a menina das armas não sabe o que é um Jedi.





Fim da Edição:

O que eu achei? A parte que menos me interessa no universo de Star Wars é a parte dos Jedis. Não curto muito esse culto à força e a religião chatíssima que isso representa. Então só de ver o Obi-Wan e o Anakin com suas roupas de mendigo já me da uma preguiça.

No geral, os diálogos são bem escritos e a arte é bem legal, mas faltou aquela porrada para te prender na história. Será que essa galera que não conhece os Jedis são do passado, como o Obi-Wan comenta em alguma parte? Será que eles vão colocar viagem no tempo na história? Não sei.

Em resumo. Não é uma revista ruim, mas não me pegou. Talvez pegue quem é fã.


Roteiro: Charles Soule

Arte: Marco Checchetto
Cores: Andres Soule

Então é isso. Eu não sou fã de Star Wars e não curti tanto, mas talvez você curta.
Deixe aí seu comentário.
Curta a fanpage, siga no twitter e no instagram.
Compartilhe esse post.
Um braço.
E tchal.

post publicado originalmente por mim no portal Cultura Nerd e Geek


Vulto

Desprezível.

Você pode gostar...