The Witcher, A Maldição dos Corvos – comics, #1 – review

Salve, salve, seres humanos, Witcher, trolls, lobisomens e todos criaturas.

Mais uma vez eu encontrei uma hq que, apesar de ser de uma franquia famosa, eu nunca tinha ouvido falar e não sabia que haviam quadrinhos. Estou falando de The Witcher, o bruxeiro. Vamos pro review:

The Witcher, A Maldição dos Corvos #1

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Fazendo aquela explicação de sempre: Eu nunca joguei nenhum dos jogos e não li nenhum dos livros de The Witcher. Fui ler essa primeira edição sem saber nada para ver o que eu acho desse mundo. Então se eu errar alguma coisa, tá explicado. Vamos lá.

A história começa mostrando uma menina capturada na rede de um Troll. Gerald e Ciri, dois Witchers observam e têm de salvá-lo. Gerald diz que conhece o Troll, que se chama Passo-Firme. Ele troca uma ideia com o Troll e troca uma garrafa de uma bebida pela garota.

passo-firme

 

No acampamento, já à noite, a garota diz que está indo para a cidade de Novigrad. Os Witchers também estão indo para lá e eles decidem viajar juntos. Eles contam que estão indo para lá caçar uma Striga, uma coisa entre um lobisomem e um cão de caça gigante, só que mais forte e mais rápido que os dois.

Eles discutem algo sobre fontes de água e a Ciri conta que é melhor se banhar em nascentes do que em rios, por que nos rios sempre tem pessoas olhando e conta uma vez onde ela estava se banhando e foi bisbilhotada por um outro troll.

ciri

Jayne a garota salva conta sua história para Ciri. Ela conta que vivia em uma cidadezinha e que cada vez mais sua vida ficava entediante. Então ela pegou um cavalo e fugiu. Uma história sem graça como ela mesma diz.

Ciri e Geralt conversam e Ciri pergunta sobre a Strega. Geralt já enfrentou uma e ela pede para que ele conte a história. Ele conta que estava em uma cidade e depois de uma briga de taverna, onde ele mata uns caras, ele encontra a autoridade da cidade. Ele conta que é um Witcher e o cara começa a pegar leve com ele. O cara, dentro da história, começa a contar uma história.geralt

 

 

O cara conta de um rei, que logo após ser coroado transou com a própria irmã e se casou com ela durante a gravidez. A menina morreu no parto e as freiras que estavam no momento do parto se mataram ou enlouqueceram. Ciri pede para que Geralt pare com a história e eles vão dormir.

Durante a noite eles são atacados:

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Geralt enrola o monstro e Ciri o mata por trás. A cena de porradaria é até legal. Depois de estriparem o bicho Ciri comenta que partes de Lobisomens são muito úteis para poções. O monstro é feito em pedaços.

Depois dessa luta começa a parte mais interessante da história. O grupo começa a viajar em direção à cidade de Novigrad e passando rapidamente, em poucos quadros por vários lugares.

Eles passam por uma estalagem onde um homem mostra um cartaz de um assassino procurado e pede a ajuda de Geralt. Por uma luta com carniçais (ou seriam goblins? não sei). Por uma fazenda onde uma velha pede para que investiguem o desaparecimento de umas tortas e pegam um garoto que se fazia passar por lich para transar com menininhas. E pelo túmulo de uma mulher.

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Finalmente eles já estão chegando perto da cidade e vão passar pelo último checkpoint, uma vilazinha. Chegando lá eles conversam com a magistrada Talga Lehlin. Eles dizem “Nós o trouxemos vivo. Conforme o contrato.”.

A menina Jayne fica com medo e Gerald diz que sabe que ela é na verdade um Doppler, uma criatura com poder de mudar de forma. Rola um pequeno quebra pau e é revelado que o Doppler também é o cara chamado Forst Bolin, o assassino que tinha sido citado na estalagem anteriormente.

doppler

 

O Doppler fica na vila para ser julgado e os Witchers seguem viagem. Eles ficam em uma estalagem para descansar e tomar mais banhos.

Um corvo aparece e grita “Striga!”

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Fim da edição.

O que eu achei? Gostei do traço, mas achei que a narrativa tem problemas na hora das cenas de ação. As vezes a ligação entre um quadro e outro não funciona fazendo a ação ficar confusa. O roteiro é complicado. Ele fica ali em cima da linha entre o “Acontece muita coisa em uma edição. Legal!” e “Que troço cansativo. Não acaba nunca.” e isso é um pouco complicado.

É legal nas páginas que ele viajam passando rapidamente por várias coisas e a reviravolta do final. Muito esperto. Mas a parte que eles ficam contando histórias na fogueira é maçante pra cacete. Muitos recordatórios. Muitos balões.

Concluindo. A história é meio cansativa, mas é legal ainda assim. Ao contrário da hq do Dark Souls e da hq de Penny Dreadful, essa conseguiu me fazer ficar interessado por esse mundo que eu não conheço. Funciona mais ou menos.

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Roteiro: Paul Tobin, Borys Pugacz-Murasziewicz, Karolina Stachyra e Travis Currit nos diálogos
Arte: Piotr Kowalski
Cores: Brad Simpson

É isso galera. Comentem aí o que vocês acham de The Witcher e o que acham dessa revista.
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Um abraço.
E tchal.

Post publicado originalmente por mim no Portal Cultura Nerd e Geek

Vulto

Desprezível.

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