Welcome to Derry (série spin of de IT) – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de série e eu quero comentar uma sériezinha de terror que eu achei bem simpática. Então vamos nessa com Welcome to Derry.

Welcome to Derry

Welcome to Derry é um spin off de It, o livro gigante do Stephen King que virou filme no começo dos ano 90, e dois filmes mais recentemente.

Antes de tudo eu tenho que falar que eu lembro muito pouco, ou quase nada do filme e também não li o livro. Então eu vou comentar rapidão como quem está vendo algo muito novo. Se a série não encaixa com a história original por algum motivo, eu não sei, não vou entrar nesse assunto.

Eu sei que no filme, um grupo de crianças enfrenta a criatura do mal em forma de palhaço e 27 anos depois eles voltam para Derry, já adultos, para enfrentar a criatura de novo enquanto lidam com seus traumas e suas tristezas de adultos.

Welcome to Derry:

A série se passa em 1962, 27 anos (mais ou menos) do filme novo. E conta mais uma história de quando a criatura apareceu e começou a aterrorizar todo mundo e matar umas crianças. A ideia desse mundo é que tem essa criatura vinda do espaço. Ela fica adormecida, hibernando, e a acada 27 anos ela acorda, começa a aterrorizar todo mundo, algumas crianças desaparecem e começa um clima de terror/tensão que culmina em algum evento de grande violência. No passado, os indígenas da região já sabiam disso e usaram umas pedras para construir uma jaula, prendendo a criatura na cidade. E desde então esse povo indígena é guardião da cidade. Eles ficam tentando evitar que mais merda aconteça quando a criatura acorda.

A história como sempre foca em um grupo de garotos problemáticos que se metem a investigar o desaparecimento de um coleguinha. Enquanto isso, a morte de algumas crianças cai nas costas de um homem negro que começa a correr o risco de ser linchado. Enquanto isso, o exército dos Estados Unidos tem a brilhante ideia de tentar achar a criatura e usá-la como arma. Ideia merda de milico.

Das crianças, temos uma menina que perdeu o pai em um acidente bizarro e ficou um tempo em uma instituição de saúde mental. Agora ela vê as coisa do demonho acontecendo, mas tem medo de contar para não ser trancafiada como louca de novo. Temos o filho de um militar que não sente medo. E a filha do cara negro que está sendo caçado.

Nos adultos temos uma ativista negra e um militar com poderes de sentir energias e ver os mortos. Ele vai ter o papel de cão de caça no exército até que tudo começa a dar merda.

Enquanto isso, temos uma história 27 anos antes, que vai tentar explicar porque a Coisa assume essa forma de palhaço maluco.

O que eu achei de Welcome to Derry:

Como eu disse, não sei se ela encaixa bem com os filmes ou se ela erra e estraga coisas. Eu realmente não lembro.

Agora, olhando como uma série fechada, eu gostei bastante. Acho que os personagens são interessantes e cada um com seus traumas pessoais antes mesmo da criatura aparecer. Tem mulher maluca que quer ver o pai. Tem menina maluca que perdeu o pai fatiado no picles. Treta racial. Vidente traumatizado. Tudo o que tem direito.

Então é uma série com um bom ritmo e bons personagens. Os diálogos funcionam também. E os atores mirins são muito legais, especialmente a menina que faz a Marge, que á coisa mais fofa de todas.

Tem umas cenas ruins, onde personagens desaparecem no meio da cena só por conveniência de roteiro, personagem que fica mais lento ou mais rápido quando convém e coisas do tipo. E tem uma morte que é bem ruim, porque toda a construção da cena é que a criança vai ser morta esmagada pelo teto, mas quando encontram o corpo ele não está esmagado e nem tem teto sobre ele. Ficaram com dó de esculachar o póbi que morreu como herói.

Mas, no geral a boa série. Divertida em alguns momentos, angustiantes em outro e bem gore quando dá. E tem muito branco fazendo merda.

Ah sim. A abertura é bem legal.

Então é isso. Gostei da série.
Mas e você? Gostou ou não? Ela estraga os filmes?
Deixe sua opinião aqui na área de comentários.
Curta a fanpage, siga no threads e no instagram.
Compartilhe esse post.
Um abraço.
E tchau.

Deixe uma resposta