Mulher Maravilha Absoluta – o Arco do Labirinto (9 a 12) – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e eu quero continuar as resenhas da Mulher Maravilha Absoluta. Na edição 8 e metade da 9, nossa querida Diana enfrentou a Doutora Veneno, que disse para ela que sabe onde ela pode encontrar uma Amazona. Então ela vai para o Labirinto, que eu vou contar agora.

Labirinto:

Diana chega no Labirinto por uma porta secreta que abre num lugar aleatório. Ela marca o lugar com uma marca mágica e começa a desbravar. De cara ele encontra um grupo de homens peixe saindo na porrada com um Minotauro. Ela usa o laço e descobre que o Minotauro Ferdinand (teve um centauro com esse nome no universo tradicional) é bonzinho. A amazona se une ao monstro mitológico e eles porram os homens-peixe. E aí ela descobre que ele está protegendo uma sereia. Diana corre com a menina, salva a sereia e volta para lutar.

Então Diana descobre a vilã do arco, uma rainha chamada Clea. Ela tem um tridente e controla o povo peixe (depois vamos descobrir que ela é atlante).

Diana sai na porrada com o povo peixe. No centro do Labirinto, tem um poço que leva para um nível abaixo. Clea quer jogar a Mulher Maravilha lá, então ela joga um cientista (que estava ali de refém) e a Diana se joga no poço para salvar, porque ela é uma heroína. Daí ela cai numas plantas alucinógenas, fica locona, mas consegue se controlar e se curar antes de matar o cara que ela queria proteger.

No fundo do poço ela encontra Io, uma amazona que está presa ali a décadas. Io conta que está com um monte de gente presa ali embaixo, que ela está ajudando aquele povo e que eles estão cavando túneis. Um dos túneis parou porque eles encontraram água. Diana deduz que Io poderia romper a parede e sobreviver à água, mas os outros não. Então Io poderia ter ido embora, mas está ali pelos outros.

Então ela bola o plano. Ela mostra a saída para Io levar a galera e, enquanto isso, sai na porrada com a Clea de novo.

Voltando para a briga:

Diana sai na porrada com a Clea, pega o tridente dela e joga no buraco. O buraco está sendo inundado, porque ela quebrou a parede. Então o Tridente vira o Tridente de Posseidon, porque entrou em contato com a água. Diana derrota Clea e conta que abriu o buraco lá. Então agora elas podem sair. Io, Ferdinand e todo o resto já saiu pela porta mágica.

E aí vem a melhor parte. Diana fala algo do tipo: “Clea, aqui você foi um monstro, mas lá fora você pode ser outra pessoa. Então vou deixar vocês saírem e ser livres. Espero não ter que lutar com você de novo”. E aí ela deixa a misericórdia dela vencer de novo.

Agora todos os bichos que saíram do labirinto estão no Hieron (a fortaleza da solidão da Diana). Então tem minotauro, Sereia e mais um monte de coisa. Exceto Io, que assim que saiu do labirinto, foi teletransportada para Themyscira. Agora sabemos que existem amazonas sim nesse universo.

O que eu achei desse arco do Labirinto?

Eu gosto mais do conceito do que da história em si. Tá, tem esse labirinto lá, a Diana consegue salvar todo mundo e ainda perdoar a vilã. Interessante. Mas achei tudo muito corrido. O Labirinto parece enorme, mas rapidamente vemos que a gente já conhece tudo, então achei a coisa um tanto incongruente.

Ainda não entendi porque o povo da Área 41 (que é a organização da Veronica Cale) solta esse monte de monstro lá sem supervisão nenhuma e o que a Doutora Veneno ganha com isso.

É uma história divertida, mas achei que criou algo muito grande para depois resolver a coisa muito rápido. Não sei.

Eu não comentei, mas no meio dessa coisa toda, ainda temos mais flashbacks da infância da Diana e é muito interessante. Mostra ela com essa pessoa muito porradeira e corajosa, mas que evita o conflito sempre que pode.

No geral, muito bom. Mulher Maravilha Absoluta continua sendo um gibi muito acima da média. Recomendo.
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