Liga da Justiça e Batman – A Saga da Liga da Justiça 10 – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de continuar falando da fase da Liga da Justiça feita pelo Grant Morrison, com Mark Waid. Hoje eu vou falar de duas histórias escritas de uma eidção só escritas pelo Waid. São as edições de JLA 32 e 33, que estão no encadernado 10 de A Saga da Liga da Justiça. Então vamos nessa.

Terremoto:

Liga da Justiça JLA 32 capa

Terremoto foi um evento que aconteceu nas histórias do Batman, Um Terremoto atingiu Gotham, deixando a cidade toda destruída e sem ajuda do governo federal. Basicamente os Estados Unidos deserdam Gotham e deixa a cidade como Terra de Ninguém. É um período onde a todos os heróis da família morcego precisam se unir para resolver altas paradas e a Liga não aparece muito.

Então LJA 32 acontece nesse período. Na história temos o Superman conversando telepaticamente com a Caçadora, que está na Gotham destruída. Ela fica cobrando a Liga para ter alguém em Gotham. Enquanto isso vemos a Liga enfrentando várias criaturas e tecnologias de um grupo do mal chamado Locus, um grupo de super cientistas meio nazistas do mal que vivem dando trabalho para a Liga da Justiça (desde Ano 1). Daí tem vírus maluco, radiação de sol vermelho, monstros mutantes e tudo o mais, porque é um grupo realmente que dá trabalho para a Liga.

No fim eles derrotam os caras e o mote da história é: Enquanto o Batman e a Caçadora lutam em Gotham, a Liga está enfrentando ameaças que querem entrar nessa Gotham desprotegida. Eles falam que além do Locus, também pegaram gento do Kobra, além de outros vilões.

E por fim o Superman fala com a Caçadora: A gente já tem pessoas da Liga da Justiça em Gotham, se referindo ao Batman e a ela também.

Caçada a Bruce Wayne:

Liga da Justiça JLA33 capa

Na edição 33, temos o Batman mandando parte da Liga (Homem Borracha, Aço, Orion, Barda e Lanterna Verde) atrás de um alvo que ele diz que é o culpado pelas tretas em Gotham: Bruce Wayne.

Os 5 vão atrás do Bruce Wayne, enquanto Superman e a Mulher Maravilha (que sabem que o Batman é o Bruce Wayne) buscam o Flash. Eles encontram um Flash diferente (porque ele está trocado por algo que aconteceu no gibi do Flash, também escrito pelo Waid), ajudam ele contra o Doutor Alquimia e depois se preparam para fazer a parte deles no plano do Batman.

Em resumo: Lá no primeiro arco dessa Liga, eles derrotaram os Marcianos Brancos e deixaram eles presos em corpos humanos da Terra. Agora um deles parece ter se lembrado, mais ou menos, e tomou a forma de Bruce Wayne. Se ele se lembrar completamente, ele vai ativar todos os outros.

Enquanto Supaman, Flash e Mulher Maravilha dão a volta ao mundo checando todo mundo, os 5 perdidos estão atrás do Bruce Wayne, sem saber que é um Marciano Branco. Rola um quebra pau, o cara ativa e dá um bom trabalho para a galera. Mas daí o Orion taca fogo em si mesmo e sai na porrada com o bicho.

No fim o Batman explica que se mandasse alguém que sabe a identidade secreta, o cara poderia ler a identidade sem querer e despertar mais cedo. Rola uma discussão entre o Batman e o Super sobre confiança e identidades secretas, mas fica por isso mesmo.

Obs. É nessa história que tem a clássica cena onde o Homem Borracha vira um vestido para a Barda.

Barda veste o Homem como um Vestido
Barda veste o Homem como um Vestido

O que eu achei dessas duas histórias?

As duas histórias são muito boas. O Waid gosta mais de ligar as histórias com outras coisas do Universo DC (do momento) do que o Morrison, que tem suas ideias megalomaníacas demais, usa coisas lá dos anos 40, mas não gosta que ninguém atrapalhe. Essa história tem aqueles momentos de “Ah é, estamos no Universo DC com revistas mensais”.

Em Terremoto, todo o editorial do Batman queria que a Liga não se metesse, porque tiraria toda a ideia de perrengue. Colocar Gotham como um universo fechado. Mas cadê a Liga. Essa edição 32 serve para explicar que porque a Liga está de fora, mas também coloca a Liga impedindo que outras forças de fora também se envolvam muito. Acho que dá uma amarrada legal na coisa toda.

E a história do Bruce Wayne é muito boa por vários motivos: Surpreende porque coloca o Batman botando a Liga para caçar um Bruce Wayne. É uma história que liga com a mensal do Flash de um jeito divertido. Liga com uma história lá do começo dessa fase. E ainda é divertida e ágil na porradaria. Boa demais.

Essas foram duas edições de respiro, porque vai começar uma saga gigantesca, que talvez eu tenha que dividir em duas resenhas. Mas depois eu penso nisso.

Então é isso. Duas edições no contexto de Terremoto/Terra de Ninguém. Gostei.
Mas e você? Lembra dessa fase?
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Um abraço.
E tchau.

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