Fallout – resenha da segunda temporada

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de série e eu quero falar da segunda temporada de Fallout. Serei breve porque eu dormi em alguns pedaços.

Fallout temporada 2

Fallout é uma série de jogos que se passa em um universo onde os Estados Unidos explodiram bombas nucleares neles mesmos, enquanto uma empresa vendia Vaults (cofres, refúgios), onde acontecem vários experimentos e maluquices. No jogo você é uma pessoa dos refúgios que sai para o mundo e vê que nos Ermos, a vida continuou, mesmo com insetos radioativos gigantes, zumbis e milícias de todo tipo.

Na série, temos Lucy, uma menina do Vault 33, sai para buscar o pai e descobre o mundo externo. Daí acontecem várias paradas, ela se une com o Ghoul, que é um zumbi e é uma das pessoas por trás da história da destruição do mundo há 200 anos atrás. Acontece uma luta por uma célula de fusão a frio que pode gerar energia infinita para o mundo, mas que cada movimento quer para si. Enquanto isso o pai da Lucy foge para Las Vegas, para reavivar uma célula da Vault Tec, a empresa do mal.

Fallout segunda temporada:

A segunda temporada tem a Lucy indo para Las Vegas com o Ghoul. Eles passam por altas confusões e ela se vicia em Drogas. Enquanto isso o pai dela consegue refazer o experimento de controle mental e faz um exército de pessoas controlada. Ele negocia com o Ghoul, que entrega ela em troca de ver a família.

Enquanto isso Maximus volta para a a Irmandade do Aço e o líder quer usar o reator para dominar o outros braços da Irmandade (a CommonWealth). Ficam tentando decidir se dão golpe ou não, chega um carda da CommonWealth e Maximus acaba matando ele sem querer. Então ele foge com o reator e decide dar para a única pessoa boa que ele já conheceu, a Lucy.

No Vault 33 temos uma história de um cara que vai se casar com uma das gerentes, mas ele descobre que ela é do mal e deixa ela em cheque. Daí ela decide começar algo chamado fase 2. Enquanto isso o irmão da Lucy fica preso no Vault da gerência, liberta um monte de gerentes e foge com eles para os Ermos. Na sede da Vault ele descobre que os Vaults 32 e 33 fazem parte de um experimento de um vírus alto evolucionário ou algo do tipo. Isso é a fase 2, que vai ficar para a temporada seguinte.

Maximus se junta com o Ghoul para enfrentar uns monstros malucos. Ghoul e Lucy derrotam o pai dela. E o pai revela que já tem um monte de gente com controle mental espalhada pelo mundo, aprontando altas confusões.

No passado:

No passado temos a história do Coop Howard, que é quem vai virar o Ghoul 200 anos no futuro. Tem todo um arco que ele quer impedir a guerra e fica sendo usado por todo mundo. Ele precisa matar um cara ricasso chamado Robert House, que seria quem lançou as bombas. Depois descobre-se que não foi ele, que ele passou a mente para seus computadores em Vegas. No fim das contas Coop faz todo um esquema para roubar o reator de fusão a frio e para não deixar a Vault Tec usar. Ele entrega o reator de fusão a frio para o Presidente.

No presente, a mente de Robert House conta que além dos interesses da Vault Tec, tem ainda um outro grupo chamado Enclave, que era uma conspiração entre magnatas e células dentro do Governo dos Estados Unidos. Ou seja, Coop tirou a fusão a frio da Vault, mas entregou para essa galera. Esse grupo também tem seus próprios Bunkers e seus próprios interesses. E parece que eles serão os grandes players na próxima temporada.

O que eu achei da segunda temporada de Fallout?

No geral a série me divertiu, mas essa temporada perdeu um pouco de novidade comparada com a primeira. A Lucy continua bobinha e fofa, mas as maluquices do mundo parecem um tanto repetidas. Tem uma ou outra novidade, mas muito pequena, comparada ao que tinha antes.

Essa trama do Robert House, não me pegou tanto, porque ela vai revelando coisas, mas no fim da conta são coisas que não importam tanto, porque a gente já entendeu como o mundo está. Então não faz tanta diferença quem traiu quem lá no passado.

Essa temporada tem alguns problemas graves de roteiro, especialmente no quesito distâncias. Personagens levam um tempão para ir de um lugar a outro, mas quando um terceiro quer ir atrás, ele chega rapidinho. E tem muitos, muitos mesmo, encontros completamente aleatórios e fortuitos, quando personagens simplesmente se esbarram.

Uma coisa que tem me incomodado é o excesso de masterminds nesse universo. Eu prefiro a ideia de “Uma galera que se achava muito esperta fez um plano perfeito, mas tudo deu errado, porque eles não eram tão espertos assim.”, mas daí essa continuidade da existência dessas pessoas faz parecer que os planos deram certo de alguma forma.

A série é boa. Eu vou continuar assistindo, mas terminei essa segunda temporada menos animado do que terminei a primeira.

Então é isso. Boa série. Espero que continue boa.
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Um abraço.
E tchau.

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