Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e vou dar um tempo na Liga da Jusitça para comentar, rapidamente, um gibi da Marvel, uma minissérie em 5 edições que saiu como encadernado pela Panini Books. Então vamos nessa com Mercenário, Anatomia de um Assassino.

Mercenário, Anatomia de um Assassino é uma mini de quadrinho de 2004, com roteiros de Daniel Way e arte do Steve Dillon (Preacher). O Mercenário é um vilão do Demolidor (as vezes do Justiceiro), que é um especialista em arremessar coisas, atirar com armas, fazer disparos e arremessos impossíveis, mas também é um grande lutador e é o cara que matou a Elektra. É um dos maiores vilões da Marvel e um dos mais perigosos.
Nessa mini, o Mercenário está preso. Ele foi capturado depois de roubar duas ogivas nucleares, então ele precisa ser interrogado para que se descubra onde ele escondeu a coisa. Então temos dois agentes da ASN (Agência de Segurança Nacional). Um deles é Baldry, um cara que não é muito de ação, mas seria um bom interrogador, e Hoskins, um cara durão que foi quem prendeu o Mercenário. Toda a equipe de Hoskins morreu na ação, mas o Mercenário errou ele (?).
Passado:
Daí eles vão interrogar o Mercenário e ficam meio tira bom e tira mal, porque Hoskins quer torturar o cara. Daí temos o Mercenário contanto a história dele. Conta a história de seu irmão, um pai abusivo que teria tacado fogo na própria casa e levado o irmão para dentro e tudo uma grande tragédia. Daí o jovem Mercenário entra para a própria ASN como agente e faz algumas missões com eles até ver que dá para ganhar grana com outros esquemas..
Daí temos uma lutinha dele com o Justiceiro, uma referência à morte da Elektra e ainda uma história dele trabalhando com o Rei do Crime. É como se a minissérie fosse uma história de origem do Mercenário (não sei se já teve outra), mas não dá para saber se ele está falando a verdade, porque ele diz algumas coisas e depois desmente o que ele diz.
Presente:
Enquanto isso Baldry e Hoskins vão se desentendendo. Baldry acha que está conseguindo fazer ele se abrir, mas Hoskins acha que eles estão sendo enganados e o Mercenário só está ganhando tempo.
Então a coisa sai do controle, o Mercenário zoa todo mundo e Hoskins entra na cela para espancar o Mercenário. Ele enfia a porrada no vilão até que o vilão perde um dente. Porém, o Mercenário consegue, com a boca, cuspir o dente e mata Hoskins. Daí ele consegue se libertar fazendo coisas fantásticas de supervilão. Os agentes da ASN saem correndo da instalação que vai se incendiar e limpar o local.


Então vem a reviravolta, porque o pai do Mercenário também está nessa instalação. O Mercenário consegue uma sala à prova de fogo de onde ele vê o pai sendo queimado vivo. Os agentes da ASN são mortos por capangas e o Mercenário sai de boa.
Provavelmente ele deixou o Hoskins vivo só para ser preso, acontecer isso tudo e ele matar o pai. E daí ele vende a ogiva para alguém e estava escondido num lugar super óbvio. E daí ele vai embora. Fim.
O que eu achei de Mercenário: Anatomia de um Assassino?
Eu nunca fui um grande leitor dos heróis urbanos da Marvel, então tenho mais conhecimento do Mercenário pelas histórias em que ele aparece como um grande bicho papão do Universo Marvel como um todo (em Thunderbolts, Fé em Monstros por exemplo), do que saindo na porrada com o Demolidor, por exemplo.
Mas eu gosto dele como esse maluco muito psicopata, muito imprevisível e muito perigoso. E eu gostei dessa história. É uma daquelas histórias muito mirabolantes de planos e contraplanos que só funcionam em gibi mesmo.
Mas vale a pena demais esperar a história inteira para ver uma morte mirabolante. Matar cuspindo um dente é bom demais. Achei bem divertida. E a arte do Steve Dillon dá um pouco de pé no chão para a história.
Então é isso. Gostei do gibizinho. Achei divertido.
Mas e você, já leu essa história?
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Um abraço.
E tchau.
