Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e vamos nessa com a nossa queridona, a Mulher Maravilha Absoluta. Então vamos nessa com as edições 13 e 14, com o arco Preço.
Preço (Mulher Maravilha Absoluta 13 e 14):

Preço tem uma premissa muito simples: aparece uma criatura de energia causando vários estragos. Diana vai atrás e toma um pau da criatura, que tem um efeito de fazer com que Diana fique com raiva e descontrolada. A criatura bate na Diana, sai voando e some, ataca em outra cidade e vai repetindo a coisa toda.
Barbara Ann (que nesse universo Absolute ainda não é a Mulher Leopardo) e sua turma, descobrem se tratar de várias cidades onde ocorreram batalhas de Amazonas no passado. Diana comenta a coisa de que toda magia tem o preço e vai para mais um round contra a criatura. E perde.
Então Diana deduz que a criatura é uma versão maligna dela. Seria o Universo tentando entrar em equilíbrio, porque ela é uma benção para o mundo, então precisa ter uma maldição, que é essa criatura. Ela toma um pau, de novo, e enquanto ela está caída, aparece a Zatanna e faz uma magia de vínculo com ela (isso não significa nada aqui, mas a Zatanna vai ser importante mais para frente).
Se eu me mato eu morro?
Diana começam a pensar que tem que se matar para acabar com a criatura, mas alguma as amigas dela falam que o mundo é um lugar fodido e que ela já é o equilíbrio. Então a criatura ataca novamente.
Diana vai lá apanhar de novo, mas dessa vez ela usa o próprio sangue como oferenda para uma magia. Então ela é levada para dentro da Terra, onde ela vai conversar com Gaia. Daí ela convence a Deusa que o mundo está zoado e que não precisa de uma Mulher Maravilha do mal para isso. Papo vai e papo vem, Gaia destrói a criatura e deixa a Mulher Maravilha em paz.
No fim a Mulher Maravilha está com o Trevor e vê uma notícia de um assassinato em Gotham que mostra a marca de Hécate. Mas isso vai ficar para a edição seguinte, com participação especial do Batman.
E fim.
O que eu achei de Preço?

Essa é a história que eu achei mais fraca até agora.. O argumento de que é uma criatura que geraria equilíbrio porque os Deuses são meio chatos na hora de interpretar as regras da magia é meio paia. No fim ela vence recorrendo à divindade e é um tanto anticlimático.
Fiquei com a sensação de que é um arco meio tapa-buraco, só para fazer o setup da coisa da Zatanna e da história com o Batman. O resto todo parece um tanto corrido.
Achei fraco. A arte é linda e tem umas ceninhas legais de porrada, mas a história é bem morna.
Então é isso. Gibi fraco em uma fase que continua sendo muito boa.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.
