Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero falar de um filmão muito do injustiçado. Então vamos nessa com Babygirl.

Babygirl é um filme do ano passado (2024) e foi vendido como um filme de BDSM com a Nicole Kidman. O cinema vive ainda vive o trauma que foi 50 tons de cinza, que retrata porcamente o que eles chamam de BDSM, mesmo não sendo, então foi um filme que chamou um tanto de atenção. Será que agora iriam fazer bem feito? Eu acho que sim, mas o filme amarga uma nota menor que 6 no IMDB.
Babygirl conta a história de Romy (Nicole menino homem Kidman), uma empresária super bem sucedida, com uma família feliz e tudo certo na vida, com uma exceção… ela não goza. Ela transa com o marido e precisa sair do quarto para se masturbar assistindo pornografia mais pesadona.
Babygirl:
A história começa quando um cachorro solto na rua ataca ela, mas um rapazote consegue controlá-lo. Depois começa um programada de estágio na empresa dela e o rapaz é um dos estagiários. De cara o rapaz se mostra como uma pessoa ousada, que dá umas respostinhas sagazes, fala com ela sem tanta deferência e tal. E eles vão se aproximando, porque ele é muito folgado e maluco ousado. De algum jeito com seus poderes de “Dominador transudo” ele sacou que ela era uma mulher que desejava ser submissa. Então ele vai jogando esse jogo com ela, distratando ela, até que ela se submeta a ele. É um jogo bem saudável até, considerando que é algo que os dois queriam. Mas como ele descobriu assim, do nadão, que ela seria essa pessoa com essa vontade, aí sim é o mistério. As cosias acontecem rápido, porque é um filme e a história tem que andar.
Eles se pegam forte, bem num esquema dominador e submissa (não têm as outras coisas do BDSM, é só a parte Dom-Sub mesmo). Têm cenas de sexo muito boas, mas não muito explicitas, por mais incrível que pareça. É mais sensual do que explícito, eu diria.
Daí tem alguns conflitos. O cara aparece do nada na casa dela. Rolam ciúmes. Eles se pegam, mas não têm um relacionamento. Ele começa a namorar com uma funcionária da empresa, o que gera um ciúmes da parte dela (mesmo ela sendo casada e deixando claro que eles não são namorados), daí acontecem algumas chantagens, o marido descobre, rola uma briga e tal e reviravoltas e eu não vou contar como o filme acaba.

O que eu achei de Babygirl?
Eu achei o filme muito bom! É sensual, é intrigante, tem seus momentos de drama, ciúmes, problemas de relacionamento e tal.
Acho que a melhor coisa do filme é que eles não tratam a relação Dom-Sub como algo problemático (porque não é mesmo). Os dois estão concordando e está tudo bem, tudo ótimo. Então me parece uma representação bem respeitosa e bem gostosa desse tipo de relação também. É estranho para quem não curte, mas me pareceu bem ok.
Os dramas que a Romy passam, são por outros motivos: Porque ela está tendo um relacionamento fora do casamento. E porque ela está pegando um funcionário. Mas isso também seria problemático se fosse uma relação “comum”. Não é um filme do tipo “olha como nada de bom pode sair dessas coisas de fetiche”. Não é um filme moralista. Se eles se conhecessem sem estar em outros relacionamentos e sem a relação chefe-funcionário, me parece que eles estariam em um match super feliz. Feliz sexualmente pelo menos, porque aí na vida existem outros fatores, claro.
Me incomoda um pouco o personagem do cara, que parece ser super fodão o filme inteiro. A velocidade com que ele saca que ela é Sub, me parece esquisita e rápida demais. Então pode parecer que o filme é uma grande fantasia de poder masculino. Mas também não acho que seja para tanto. Ele acaba sendo um Magic Pixie Dream Boy em alguns momentos.
Eu gostei do filme. Achei sexy. Achei uma história gostosa de ver. Recomendo. Acho que está no Amazon Prime Video e na pirataria mais perto de você.
Então é isso. Bom filme. Gostei.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau
