Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero falar da série que já foi a série do momento e hoje me dia é uma série. Então vamos nessa com Black Mirror.
Black Mirror:

Black Mirror era uma série da BBC que depois se tornou uma série da Netflix. É uma série sobre mídias e tecnologia e como a vida pode ser uma bosta mesmo com tecnologias incríveis se a gente não resolver outros problemas da sociedade. Parece uma série sobre tecnologia, mas é uma série sobre as pessoas e a sociedade.
O grande problema da série é que o futuro chegou enquanto ela ainda é feita e as coisas nem parecem mais tão futuristas assim. E acho que, por isso, a série perdeu um pouco o gás. Ainda é uma série boa, mas não é mais a série da qual todo mundo comenta.
Deixa eu falar dos episódios dessa temporada.
Rivermind:
Uma mulher sofre dano cerebral e o marido contrata um serviço de cérebro on demand. O negócio é que o serviço piora com o tempo e o que era normal passa a ter só no pacote premium plus e a coisa vai piorando.
É curioso um episódio sobre esse tema passar na Netflix, sendo que a Netflix tem piorado muito seus serviços.
Bête Noire:
Uma antiga amiga de escola de Maria aparece e tem alguma coisa errada com ela. Parece que ela consegue mudar a realidade e só Maria consegue perceber. Será que ela está enlouquecendo?
Esse episódio tem uma das tecnologias mais sinistras de todas. É uma das poucas que foge da coisa das mídias e das percepções. Realmente é o poder de mudar a realidade.
Hotel Reverié:
Esse episódio mostra uma atriz entrando em um universo artificial criado para ser o remake de um filme. É um conceito interessante. Mas acontecem erros e esse é o problema de colocar sua mente numa tecnologia de vanguarda. Fora que você pode acabar se apaixonando por uma IA.
Plaything:
Esse é sobre joguinho. Um cara descobriu uma forma de vida digital em um videogame nos anos 90. Isso gera uma série de consequências e uma investigação de assassinato.
Lembra muito o clima de Bandersnatch.
Eulogy:
Uma mulher morre e um antigo namorado recebe a missão de reviver suas memórias com ela com um aparelho que o faz reviver memórias perdidas.
Esse episódio é bem o Black Mirror seguindo o manual. É uma história comum de humanos, com amores, confusões e perdas, mas com um suporte tecnológico e a dor de poder reviver tudo.
USS Callister: Into Infinity:
É a continuação de USS Callister de alguma temporada passada. No episódio anterior, um cara clona (a mente) de todo mundo que ele não gosta e coloca num jogo como escravo em seu jogo. Na versão local do seu jogo. No final do episódio eles conseguem se livrar, o cara morre e as mentes vão para a versão online.
Nessa continuação, temos mais elementos de jogo online. As mentes que entraram no jogo são personagens sem jogador, então eles são anomalias dentro do jogo e isso chama a atenção da empresa desenvolvedora do jogo. E fala sobre como empresas de jogos podem ser tóxicas. Inclusive, uma das reclamações é que o jogo está dependendo muito de microtransações. Um problema bem atual no mundo dos jogo.
O que eu achei de Black Mirror 7?
Agora pensando em cada episódio para escrever esse post, eu percebo que gostei de todos. Mas se você me perguntasse ontem o que eu achei da temporada eu lembraria no máximo de uns dois e diria que é uma temporada esquecível.
Acho que o tema ficou um pouco desgastado e não tem mais o frescor das primeiras temporadas. Tecnicamente ainda é tudo muito bem feito e são temas interessantes, mas não parece tão novidade assim. Então acho que é uma série que está ficando um tando desgastada.
Eu acho que série precisa achar uns temas mais ousados ou encerrar em breve. Mais que isso, corre o risco de se tornar irrelevante.
Então é isso. Ainda é bom, mas está ficando meio tudo parecido. Mas eu gosto ainda assim.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.
