Carrie, a Estranha (1976) – resenha do clássico

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha de filme velho e eu quero falar de um clássico do horror: Carrie, a estranha. E bota clássico nisso.

Carrie: a estranha é um filme 1976, adaptação de um livro do Stephen King. O filme conta a história de uma menina lindinha chamada Carrie, mas ela faz cosplay de sem graça porque a mãe é religiosa, muito mesmo, e ela se veste toda fechada e tal. Tipo uma boa carola.

Carrie: a estranha:

Carrie, a Estranha

O filme começa com a menina Carrie menstruando no vestiário das meninas. Ela entra em pânico, porque a mãe é muito religiosa e não fala dessas coisas com ela. E todo mundo sabe que menstruação é COISA DO DEMONHO! As outras meninas zoam ela por causa disso, numa cena de bullying bem horrível.

A professora coloca as bulinadoras de castigo e elas ficam ainda mais putas com a Carrie . Mas tem uma menina que é legal, mas doida, tem a brilhante ideia de mandar o namorado chamar a Carrie para o baile. Deixa a menina ser feliz um pouquinho, depois a gente quebra o coração dela avisando que ele tem namorada. Vai dar certo sim. Confia.

Mamãe é biruleibe das ideia:

Carrie briga com a mãe, porque ela não contou sobre a menstruação. A mãe é tão crente maluca que ela é contra o sexo até mesmo no casamento (é sério). Inclusive ela não gosta da própria filha porque ela é fruto do pecado. Doida de tudo.

Acontece que a Carrie descobre que tem poderes mentais e pode mover os treco com os poderes da loucura da mente. Ela aceita ir no baile, paralisa a mãe em casa e vai mesmo assim. Mas daí o povo que odeia a Carrie bola um plano. Eles fazem ela ganhar como rainha do Baile e jogam sangue de porco em cima dela. E aí vem o final que não é spoiler porque esse filme já vai fazer 50 anos.

Cai o sangue de porco na Carrie. Riem dela. E ela fecha as portas do lugar e passa o rodo ni geral mata todo mundo. Depois vai pra casa. Voltando para casa, depois de um banho gostoso, a mãe tenta matar ela e ela mata a mãe também. É isso. Carrie: a estranha. Clássico demais.

O que eu achei de Carrie: a estranha?

Carrie, a Estranha

Eu já tinha assistido a esse filme, mas faz tempo. Foi ótimo rever e é bom como ele é bem escrito e bem dirigido. O filme é redondinho, tudo funciona bem, tudo corre bem e é muito bom.

Mas é legal rever porque tem coisas que a gente lembra errado. Na minha memória tinha mais cenas de bullying, um bullying mais constante, tanto na escola, quanto por parte da mãe. Mas são poucas cenas. A verdade é que começa muito mal pra Carrie, depois vai melhorando até o final que piora tudo e ela mata todo mundo.

Eu não lembrava que a mãe era tão anti sexo assim. Ser contra sexo pra procriação entre pessoas casadas é muito demais para minha cabeça.

E a grande surpresa dessa vez foi a quantidade de tapas na cara desse filme. A professora dá tapa na cara de aluna. O John Travolta da tapa na cara da namorada (tapão, não é tapinha de sexo não). É quase um segundo idioma no filme. Eles falam inglês e tapa na cara.

Ah sim. A primeira cena do filme é meio esquisita. Muita atenção para o corpo nu das adolescentes. Achei meio desconfortável esse começo. Eu precisava falar disso.

Então é isso aí. Filmaço. Envelheceu bem.
Mas e você, lembra da Carrie?
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Um abraço.
E tchau.

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