Genocyber – Vajuranoid (OVA 2 e 3) – resenha

Salve, salve, seres humanos cibernéticos da terra.

Hoje é dia de continuar falando de Genocyber um mangá/anime clássico por sua violência brutalizante dos nos 90. Já falei do primeiro filme aqui, onde a personagem é criada. Agora vou falar dos filmes 2 e 3 que são uma história só.

Genocyber 2 e 3:

Genocyber - Vajuranoid

Depois de se formar como Genocyber (duas irmãs que se fundem de um jeito maluco lá, leia a primeira resenha) e explodir Hong Kong, ela saiu pelo mundo pra viver. O filme começa com ela correndo com umas crianças em um território que está em guerra, sendo invadido e tal. Já começa com 3 helicópteros metralhando as crianças e elas sendo estraçalhadas. Elaine vê isso, fica pistola, vira Genocyber e destrói os helicópteros de combate. Isso faz com que as forças da ONU peçam ajuda ao Japão, e àquela corporação dos ciborgues do mal, pra combater essa coisa.

Daí temos um porta-aviões de uma força conjunta Onu-japão. Vemos alguns pilotos de caças derrubando os caças porque os fantasminhas das crianças mortas ficam aparecendo para eles. Enquanto isso, no porta aviões estão fazendo um piloto robô experimental com os poderes Vajura (são os poderes paranormais desse mundo), o Vajuranoid.

Vajuranoid:

Chega o momento do lançamento do Vajuranoid. Ele é todo hi-tech, solta uns fios e se conecta com o avião em sincronia perfeita e tal. Daí ele dá umas voltas de jato, mas tem um avião da ONU chegando, com uma menina ferida à bordo. A menina é a Elaine e o Vajuranoid sente que ela é a inimiga, mas ninguém sabe disso. Então ele ataca o avião da ONU e isso descredibiliza o projeto como um todo. Todo mundo fica achando que o robô ta loucão.

Elaine é tratada pelos militares e começa a interagir com uma médica, que é a parte humana fofinha da história. Os fantasminhas seguem aparecendo na história. E o Vajuranoid volta à vida e se liberta contra a vontade de seus mestres e ataca todo mundo. E acaba que o Genocyber salva o dia. Não sem muita morte e muita destruição em todo o processo.

O vilão está destruído, mas depois ele se funde ao porta aviões inteiro e vira um super monstro de tentáculos e cabos por todos os lados. O cientista fica louco. A médica trata a Elaine como uma filha em uma relação bem esquisita. E no fim a Elaine vira Genocyber de novo e explode tudo.

Genocyber - Vajuranoid

O que eu achei de Genocyber 2 e 3?

Esse anime é bem interessante e tem bons conceitos, mas sempre fico com a sensação de que as coisas acontecem rápido demais. E isso é um mal desses animes adultos dessa época. Nunca dá pra entender as relações de poder, vai ter umas lutas muito megalomaníacas porque todo mundo é poderoso demais e no meio disso um rápido momento de “olha, tem pessoas com sentimentos no meio desse caos todo”. Mas no meio disso tudo a construção de mundo fica comprometida.

Senti falta da Elaine. Acho que podia ter uma dinâmica das duas irmãs dividindo o corpo já que elas meio que se fundem, mas preferiram por deixar só a Elaine, que cai num clichê de menina fofa que na verdade é uma máquina de destruição.

Na real ainda é uma história que pode ser interessante. Mas eu realmente não tenho ideia de pra onde vai.

Genocyber - Vajuranoid

Então é isso, anime locão. Gosto.
Ainda tem pelo menos dois OVA que eu vou ver e trazer pra cá.
Mas e você, o que acha?
Deixe sua opinião aqui na área de comentários.
Curta a fanpage, siga no threads e no instagram.
Compartilhe esse post.
Um abraço.
E tchau.

Deixe uma resposta