Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero continuar falando de um desenho animado excelente. Então vamos nessa com O (segundo) Melhor Hospital da Galáxia.

O (segundo) Melhor Hospital da Galáxia é uma animação do Prime Video e é uma história que simula uma série de hospital, mas com muito mais comédia em um universo futurista onde vários povos da galáxia já atuam de forma unida e, inclusive, eles têm um hospital futurista que cura doenças de várias espécies diferentes.
As protagonistas são Klak, que é toda certinha e pilhada. E a doutora Sleech que é mais destemida, transuda e vida louca. Além das duas temos todo um elenco de apoio que ganha destaque aos poucos. A primeira temporada foca muito na Klak que tem um problema grave de ansiedade que a afetou a vida inteira. As doutoras descobrem um verme que se alimenta de ansiedade, tentam fazer pesquisas com eles e no fim a Klak se arrisca a usar em si mesma para lidar com sua própria vida.
O (segundo) Melhor Hospital da Galáxia – Segunda temporada:
Agora, na segunda temporada temos mais destaque na Sleech. Ela parece um réptil (da Terra) e pode regenerar membros. Mas a coisa fica estranha quando no lugar de uma das mãos surge um tentáculo fora de controle. Então ela começa a investigar e descobre que não tem nenhuma causa, o que pode indicar uma causa genética, o que faz todo sentido já que a mãe da Sleech tem a doença mutante.
A doença é uma doença genética incurável que faz com que as pessoas mudem de forma sem muito controle. Quem tem essa doença não pode assumir vários tipos de trabalho, inclusive trabalho médico. Então Sleech precisa esconder sua condição para poder continuar sendo médica. Esse é o foco da temporada.
Enquanto isso, Klak está flertando com outra médica. Uma jornalista está investigando a vida das duas e isso coloca mais lenha na fogueira dos segredos da Sleech. E tem outras subtramas também.
O que eu achei de segunda temporada de O Melhor Hospital da Galáxia?
Esse desenho é muito bom. Tem todas as pirações de ficção científica, doenças exóticas de raças estranhas, a ambulância é uma baleia espacial, tem clonagem, mutantes, olhos robô, raças esquisitas e até vilões sinistros. Até o hospital é vivo e pode ficar doente.
Porém, além das maluquices, os personagens são todos muito bem escritos e muito humanos. Temos orgulhos, preconceitos, segredos entre amigas, falcatruas universitárias, gente que não consegue relaxar fora do trabalho. Quase todo tipo de dilema humano está presente nesse desenho, tudo com uma roupagem sci-fi divertida.
Baita desenho legal. Adorei o final da temporada. As discussões sobre identidade e como o mundo deveria se adequar às características das pessoas e não o contrário. Há quem queira uma cura, mas a mãe da Sleech prefere ser o que é, com sua doença mutante. Me lembra um pouco a Nimona.
Então é isso. Baita desenho legal. Adorei.
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Um abraço.
E tchau.
