O Mentiroso – comédia das antigas com Jim Carrey – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero falar de filme velho porque sim. Então vamos nessa porque eu acabei se reassistir ao O Mentiroso.

O Mentiroso - comédia das antigas com Jim Carrey - resenha

A primeira coisa a dizer é que esse filme tem um trocadilho que só funciona em inglês e obviamente eu não tinha percebido quando eu vi antes (porque eu era quiança e não falava imperialismo). O filme começa com o filho do Jim Carey na escola e pergunta o que ele faz. E o garoto diz que ele é Lier (mentiroso), que tem um som muito parecido com Lawyer (advogado ou jurista). É isso. A ideia do filme deve ter vindo por essa piadoca aí.

O Mentiroso:

O Mentiroso é uma comédia de 1997 e conta a história do Jim Carrey, que é um advogado desses bem picaretas. Ele é divorciado e as vezes fica com o filho, mas muitas vezes o trabalho o impede. A ex-esposa está de namorado novo e isso deixa ele meio bravo, mas mesmo assim ele continua furando com o filho, porque é pilantra e quer subir para sócio da sua firma de advogracinha. Para isso ele pega um caso onde sua cliente está claramente errada, mas ele está disposto a mentir pra caramba.

O Jim Carrey falta ao aniversário do filho, que deseja que ele fique sem mentir por um dia. Então vem o julgamento e ele não pode mentir. Além disso tem várias cenas de comédia dele falando que odeia todo mundo, porque é verdade.

No fim das contas ele ganha o julgamento sem mentir (por uma tecnicalidade). Percebe que ama o filho de verdade. Fica com remorso porque a cliente dele vai ficar com os filhos e ela é péssima. Nisso ele desacata o juiz, vai preso e fura com a família de novo. E no final ele precisa correr no aeroporto (ê clichezinho gostoso) pra impedir a ex e o filho de irem morar do outro lado do país.

O que eu achei de O Mentiroso?

Eu gostei de reassistir ao filme. Geralmente essas comédias mais antigas são perigosas, porque você vai rever e descobre que é metade piada machista, metade piada de gordo, metade piada homofóbica, metade quatro queijos e uma pitada de transfobia.

Esse filme até que pega leve nisso, porque o tema é o quanto o personagem do Jim Carrey é um escroto e isso é mostrado com o ator fazendo careta (é um dos raros atores para o qual isso não é um defeito). As personagens femininas são fraquinhas e o filme é um tanto moralista, já que a mulher que transa com todo mundo também é uma escrota em todos os outros aspectos. São problemas, mas comparado com o que podia aparecer (anos 90 era doideira bicho).

Divertido. Tem problemas, mas não é aviltante. Valeu a pena rever. Recomendo até.

Então é isso. Comédia doideirinha. Curti.
Mas e você? Sobreviveria a um dia sem mentir?
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Um abraço.
E tchau.

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