Ó Paí ó 2 – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e como prometido eu vou continuar meu post de ontem. Ontem eu falei de Ó Paí ó, então hoje é dia de falar do Ó Paí ó 2.

Ó Paí ó 2:

Ó Paí ó 2

O filme se passa 15 anos depois, muita coisa mudou, mas muita coisa continuou a mesma. Algumas pessoas evoluíram, outras ficaram paradas no mesmo lugar, mas algumas crianças do 1, se tornaram jovens. E aí temos nesse filme um contato entre diferentes gerações.

Roque, que era um cantorzinho no primeiro, agora já é alguém que está gravando, próximo a lançar uma nova música. Reginaldo, o taxista comedor continua querendo comer todo mundo, mas ninguém quer figurinha repetida, nem mesmo a esposa que agora é ex. A personagem que é travesti não é mais chamada de viado (que era escroto no primeiro filme) e ela vai ter um romance com um novinho. E aí temos os filhos dele, que agora são jovenzinhos e ficam mexendo com realidade virtual e metaverso.

E aí temos 3 arcos principais: Dona Joana, a beata que perdeu os filhos, agora está fazendo tratamento psicológico. Ela acaba adotando uns garotos de rua, que causa um reboliço no começo, mas depois eles se acertam. Neuzão, a dona do bar, perde o bar para um coreano, mas depois surgem evidências de um golpe e as crianças ajudam a descobrir as coisas com suas habilidades de hacker. E a música do Roque é gravada pela Cláudia Leite por uma cantora branca genérica, o que rende a cena do discurso antirracista do filme.

O que eu achei de Ó Paí ó 2?

O filme é uma grande festa. Uma celebração à Bahia, ao povo preto e também ao primeiro filme. Uma celebração do passado com um toque de novidade justamente com as crianças e os jovens que chegaram, bem como manda a circularidade da vida. Eu achei meio bobeira a coisa do metaverso que o filme tenta empurrar, mas é um detalhe.

A Joana, que é só uma chata no primeiro filme, é a estrela desse, porque tem que se levantar de sua tragédia pessoal. O Roque é legal, mas ele é um personagem muito certinho e linear, bem protagonista mesmo.

A festa à Iemanjá e a questão toda do axé no filme é muito presente. Muito bem mostrada de forma bem elegante. É uma boa continuação. Bem divertido mesmo. Eu gostei.

Ó Paí ó 2

Então é isso. Filme gostoso. Adorei.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau

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