Salve, salve, seres humanos da terra
Hoje é dia de falar de curta metragem e eu quero falar de uma animação bonita, bem feita, mas um tanto bobinha. Então vamos nessa com Paperman.

Paperman é a história de um cara que trabalha com papéis. A gente não sabe bem o que é, mas é trabalho merda de escritório, burocracia vazia, algo assim. Ele está esperando o trem, quando um de seus documentos voa e acerta a cara de uma moça bonita. Fica uma marca de batom no papel e eles trocam sorrisos fofinhos.
Quando ele volta para seu prédio, ele vê que a moça trabalha no prédio à frente. Ele tenta acertar ela com um aviãozinho de papel nela, mas falha e gasta todos os documentos de sua firma (espero não ter nada confidencial). Então ele decide correr atrás dela como uma boa comédia romântica.
Assista aí ao Paperman:
A animação é muito bonita. Tecnicamente é sempre bom ver um estúdio grande mostrando como se faz e tal. É bonito de ver.
Mas a história é boba né. A gente não sabe nada sobre os personagens, mas eles também não sabem nada uns dos outros. O curta se baseia demais na ideia de amor à primeira vista e a ideia de que “quando é pra ser, será”. Fazer loucuras de amor (tipo perder o emprego) por alguém que você nunca conversou é um sinal de loucura, não de amor. Além do mais ele desiste no meio do caminho e tem uma quebra de intenção, porque parece que os papéis só decidem ajudar quando ele desiste. Tem que não querer pra ter. Desejar é coisa de quem não merece.
Não gosto muito dessas ideias clássicas de romance. Então achei a historinha meio boba. Mas é uma animação é super bem feita.
Então é isso. Talvez eu esteja ranzinza demais? Pode ser.
Mas e você, gostou do curta?
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Um abraço.
E tchau.
