Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de filme eu tirei um post que eu já tinha escrito para falar do filme do Superman que é o filme do momento e, provavelmente, do ano. Então vamos nessa com Superman.
Superman estreou no dia 10 e é a estreia do James Gunn (O Esquadrão Suicida, Pacificador, Comando das Criaturas), como novo manda-chuva da DC nos cinemas. Depois que cometeram o terrível crime de deixar um imbecil como o Zack Snyder cuidar do universo de heróis da DC com sua visão objetivista e super individualista (ele é fã de Ayn Rand), agora é hora de alguém que gosta de super heróis escrever super heróis. Então para começar essa nova fase, precisa ser com o Superman, o maior dos heróis e que representa a esperança. Então deixa eu falar do filme.
Superman – resenha:

O filme começa já depois de uma luta do Super com um disclaimer que resume a história até aqui e o que está valendo nesse novo universo. Então não vai ter a história contada do zero. Todo mundo já sabe quem é o Superman, não precisa contar tudo de novo.
Há 300 anos começaram a aparecer super seres. Há 30, Clark Kent chega a Terra. 3 anos atrás ele se apresenta ao mundo como Superman. E assim tem mais alguns números 3.
Então já existe um Superman conhecido nesse mundo. Tem um protótipo de Liga da Justiça começando, com Guy Gardner, a Mulher Gavião e o Senhor Incrível. Eles se chamam de Gangue da Justiça, porque deixaram o Guy dar ideia. E do lado “do mal”, temos o Lex Luthor, que já está investindo tudo para desmascarar o Superman. Ele tem dois capangas super poderosos: A Engenheira e o Ultraman.
A treta começa alguns dias antes do filme começar, quando o Superman impede a guerra entre dois países.
Guerra:
No filme têm dois países que eu não lembro o nome. Então vou chamar apenas de “Israel” e “Palestina”. Não são esses os nomes. São nomes que eu escolhi de forma completamente aleatória. *pisca, pisca*
Israel é aliada dos Estados Unidos e a Palestina não. Israel tem um exéricito muito poderoso, com armas compradas dos Estados Unidos (Luthor), enquanto a Palestina é um país de gente pobre. O país de “Israel” ia invadir e regaçar com a Palestina, mas o Super impediu. Então algumas pessoas do governo dos Estates, e o Lex, criticam ele porque atuou contra os interesses dis Estados Unidos e tal. Tem o discurso de que a Palestina não é democrática e isso justificaria o massacre e tal. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Ou será que não?
Daí aparece um meta humano chamado Martelo de Israel (nome do país lá que eu já esqueci) para porrar o Superman. Na verdade é o Ultraman disfarçado.
Então temos o seguinte cenário no filme: O Superman é popular, mas o Lex odeia ele e o governo desconfia. Lex (um cara rico dos EUA) quer alguma coisa com o território da Palestina. E ele tem alguma ligação com Israel.

Fortaleza da Solidão:
A treta fica sinistra mesmo quando o Lex descobre a Fortaleza da Solidão, o lugar onde o Superman guarda suas memórias de Krypton. Isso dá a ele informações que podem destruir a imagem do Superman. Enquanto isso, Lois e o Jimmy Olsen agem como jornalistas de verdade, desconfiam da história oficial e vão investigar o Lex.
E é o que dá para falar sem dar muito spoiler.
O que eu achei de Superman?
O filme é bom! Muito bom. História bem contada, uma mensagem clara de esperança, heróis sendo inspirados pelo Superman e sobre como nós somos o que escolhemos ser, e não o que nossos pais escolhem para gente. Também é um filme sobre colonialismo e como ele vêm com ideias nocivas de superioridade.
Agora, além de ser um filme bom. Simplesmente bom por ser bem feito: Esse filme é um deleite para quem ama quadrinhos de super heróis. É um filme que não tem vergonha de ser um filme de quadrinhos. São uniformes espalhafatosos, cuecas por cima calça, ciência maluca e até mesmo um cachorro fofo superforte voando por aí de capa. Depois de toda uma era de couro preto, cenas escuras e heróis que mais parecem ant-heróis com cara de tristeza e dentes cerrados: temos um filme com esperança de verdade. Roupas coloridas, heróis que sorriem e que querem salvar pessoas (e animais) acima de tudo.
Esse Superman abraça a mensagem que o personagem representa nos últimos 80 anos. Esperança de um alien que veio até nosso planeta e se tornou a pessoa mais humana da Terra. A ideia de um heroísmo que faz o que é certo acima de tudo.
Superma é a esperança de uma nova era de heroísmo para a DC e para o cinema de hominho como um todo.
Muitos personagens:

Esse filme tem uma vantagem de vir em uma época onde o público já entendeu que existem muitos super heróis e muita coisa maluca. Então hoje o púlbico está pronto para assistir a um filme com um monte de personagens que ele não conhece e entender que não entender tudo faz parte da experiência. É um mundo maluco com um monte de gente colorida voando por aí. Divirta-se. Nao precisa entender todas as referências. E o que precisa ser apresentado é apresentado no texto. Está tudo bem.
Adorei o Guy Gardner e o Senhor Incrível (exceto a cadeira voadora que é ruim). Achei que a Mulher Gavião poderia ter tido mais espaço, mas ela deve aparecer mais em outros momentos. Também gostei do Ultraman e da Engenheira como vilões físicos. Eles realmente dão muito trabalho. E tem o Metamorfo no filme. Quem já pensou que veríamos o Metamorfo nos cinemas um dia?
A Lois Lane está maravilhosa. Assim como o próprio Superman, que é bem legal. Ele tem cara de alguém que eu gostaria de ser amigo, mesmo sendo um superdeus, exatamente como o azulão deve ser.
E tem os grandes destaques do filme: 1) O Lex Luthor que convence. Um cara realmente assustador, capaz de dar trabalho para o Super apenas com inteligência e muito, muito dinheiro. Um verdadeiro psicopata egóico com dinheiro demais para o próprio bem. Um vilão bem realista em tempos de certos bilionários que temos por aí. e 2) O Krypto, que rouba a cena durante todo o filme com sua cachorrice bobinha. É um filme do Krypto na verdade.

Concluindo:
Delícia de filme. Ação, emoção, porradaria, monstro gigante, fofura canina, ciência de gibi, bons atores e uma técnica excelente. Assisti com minha namorada, que adorou mesmo sem conhecer os personagens.
Além disso, o filme faz críticas à coisas muito atuais. Prisão privada. Colonialismo. Dar a segurança de uma país nas mãos de um empresário maluco. Gente rica financiando Fake News. Guerras de agressão. Rico fazendo ciência ruim sem se preocupar com segurança. E muito mais.
Recomendo demais. Leve as crianças para ver no cinema. Divirta-se. E acredite que um homem pode voar.
Então é isso. Filmaço. Amei.
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Um abraço e tchau.
