Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero falar de mais uma série de suspense surpreendente. Sim, eu peguei uma sequência muito boa recentemente. Então vamos nessa com Tudo Culpa Dela.
Tudo Culpa Dela (All Her Fault) é uma minissérie de oito episódios da Peacock que está no Prime Video.
Tudo Culpa Dela:

A série começa com o desaparecimento de Milo, filho da protagonista, Marissa. Marissa marca com uma mulher do grupo de mães e quando vai buscar o guri, a casa é a errada. Além do mais, o filho da mulher que ia ficar com o Milo, está com uma outra mãe. Alguém se passou pela outra mãe fez essa maracutaia para sequestrar o Milo. Logo sabemos que foi sequestro mesmo, a mãe da outra criança aparece para ajudar e acaba ficando amiga da Marissa. E daí vamos vendo a família da Marissa lidando com esse sequestro.
E aí tem a família da Marissa que é uma doideira. Ela tem um marido que paga de bom moço, cuida da vida dos irmãos e paga todo mundo, mas é super controlador.
Então a série segue a investigação, enquanto sabemos mais dessa família e da família da Jenny, a mãe da outra criança que acaba ficando amiga da Marissa.
Um tema muito importante da série, além do sequestro e da investigação, é a relação de gênero nas famílias. Tanto Marissa quanto Jenny trabalham bastante e precisam se desdobrar para cuidar das crianças, enquanto os maridos são super incompetentes e mal sabem o que as crianças comem. O contraponto a isso é o Michael Peña, o detetive, é pai de uma criança com deficiência e é um pai super presente. Inclusive o nome da série vem dessas relações, porque as mulheres fazem de tudo, são super sobrecarregadas, mas quando algo dá errado, a culpa cai nelas.
Também existem umas relações super complexos entre a família, mas isso é meio complicado de explicar porque é muito spoiler. A família da Marissa é uma zona. E isso tem a ver sim com o sequestro. Não é um sequestro a toa.
O que eu achei de Tudo Culpa Dela?
Eu adorei essa série. Uma boa investigação de um caso muito louco, com muitas reviravoltas, mas trazendo junto uma crítica social sobre os papéis de gênero muito bem executado. Tem gente que acha que é claro demais, deixando as coisas um tanto óbvias. Não acho que seja expositivo demais. Acho que é suficientemente sutil, sem ser sutil demais a ponto de muita gente não entender. Lembra que a gente está na era do “final explicado”.
Então temos um bom roteiro sustentado por ótimas atuações. As duas atrizes da Marissa e da Jenny (Sarah Snook e Dakota Fenning) estão bem demais nos papéis. O resto da galera está bem também, mas as duas carregam a série nas costas.
Em resumo, série maravilhosa, com um caso de mistério bem interessante, belas atuações e reviravoltas excelentes. Adorei.
Então é isso. Série excelente. Recomendo demais.
Mas e você, o que faria se tivesse um filho sequestrado?
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Um abraço.
E tchau.
