Bahamut Lagoon – rpg tático do Super Nintendo – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de videogame, coisa que eu faço pouco por aqui, mas que é legal também. Quero fazer uma resenha de um RPG de estratégia láaaaaa do Super Nintendo, mas que eu estou jogando atualmente. Então vamos nessa com Bahamut Lagoon.

Bahamut Lagoon:

Bahamut Lagoon

Bahamut Lagoon da Squaresoft de 1996. O jogo é um RPG de estratégia com movimentação tática (jogo de quadradinho). O jogo se passa em um mundo, onde as pessoas vivem em países que são ilhas voadoras: os Lagoons. Tem umas grandonas, que são centros dois países e lugares guarnecidos com exércitos e tudo o mais. Mas também tem umas pequenas, com pequenas vilas, mas também tem umas sem pessoas, mas com monstros e mistérios. Nesse mundo, existem naves que se movem entre os Lagoons e dragões que se movem por aí.

A história:

No jogo, você joga com Byuu, o líder do esquadrão de Dragões de Khana, que é o país principal. A história começa outro reino, Gravelos (se não me engano), invade e derrota o reino de Khana. Khana cai, a princesa Yoyo é sequestrada. Os guerreiros de Khana se espalham por aí, mas logo alguns se reúnem e vão ser seu grupo principal.

No começo a história é uma missão de resgate da princesa. Depois, ficamos sabendo que existem Dragões lendários que estão adormecidos. Esses Dragões são gigantes e depois o jogador vai poder usar como summon (magias poderosas que invocam alguma criatura para dar um ataque forte. São comuns em Final Fantasies por exemplo) no jogo. Yoyo descobre que é uma Dragnar, uma pessoa que pode absorver a alma desses Dragões lendários. Sauzer (o líder dos vilões) também. E é preciso juntar vários Dragões lendários para começar a Nova Era.

Daí a história é um tanto confusa: alguns lugares são libertos. Sauzer morre e manda seu braço direito começar a ajudar Yoyo. E daí vem a busca para despertar todos os Dragões Lendários. Isso deixa a Yoyo muito mal, porque os Dragões vivem dentro dela.

Depois disso, abre um buraco no céu, que leva para um outro mundo, que é o lar desses Dragões Lendários. E teve uma guerra no passado. É muito doido. E no fim das contas, você precisa enfrentar o Alexander, que é um Dragão muito gigante,com várias cabeças.

A jogabilidade:

No jogo você tem várias unidades, que você coloca em grupos de 4 pessoas. Cada grupo tem um dragão que se move sozinho. Você faz a ação com o seu grupo e depois o Dragão se move automaticamente, de acordo com o comando que você dá: Come, Go ou Wait. No cenário você pode jogar magias de longe, ou outras habilidades, ou chegar perto e dar uma ação fight. Daí abre uma tela de combate, parecida com RPG de turnos, mas com um turno só de batalha. Cada personagem faz uma ação e o round acaba.

Bahamut Lagoon

As magias dos personagens dependem dos elementos dos dragões. Então se você tem um mago que tem magia de fogo, gelo e raio, a magia de raio dele vai ser mais forte de a acordo com o nível de raio do Dragão daquele grupo. Os dragões são a base de todo o jogo.

E a mecânica mais maneira do jogo é que você precisa alimentar seus dragões. Você pode dar quaisquer itens e/ou equipamentos para os dragões comerem. Isso vai mudar os atributos dele. Tem atributos que só sobrem (forças, destreza, hp, mp, os elementos e tal), mas tem uns que podem aumentar ou diminuir e isso vai definir como o Dragão vai agir na luta (timidez, agressividade, mutação, afeto). Os Dragões vão mudando de forma, conforme vão ficando mais fortes. Mas algumas condições podem fazer uns Dragões deformados (Uni-Uni) e aí você tem que puxar eles de volta. É a parte mais maneira do jogo.

Bahamut Lagoon

Outra características é que o campo de batalha pode ser alterado pelas magias que você (ou os dragões) usa. Então fogo pode queimar uma floresta ou descongelar um rio. Uma floresta queimando causa dano em quem está lá. Um rio pode ser congelado com uma magia de gelo e daí você pode passar por cima. E construções podem ser destruídas por magias raio, inclusive construções que curam e aumentam a defesa de quem está lá. Também têm rios venenosos que podem deixar de ser venenosos com magias de cura.

Side Quests e Ex-Play:

O jogo tem side quests. Então em cada capítulo, em vez de você ir para a luta de verdade, você pode ir para uma luta extra contra monstros genéricos. Dá para você zerar o jogo lá pelo nível 40~50 dos personagens. Mas tem uma Dungeon “hard”, onde o nível mais baixo dos inimigos é 84. É uma dungeon mais difícil do que zerar o jogo. E é óbvio que essa passou a ser a minha meta.

Depois de zerar o jogo, você pode começar um Ex-Play, onde você começa tudo de novo, mas com o mesmo nível que você estava e com todos os equipamentos (igual ao New Game+ do Chrono Trigger). Daí nessa versão alguns diálogos são diferentes. Você já começa com a invocação do Alexander (o último chefe do jogo) e você pode evoluir mais para tentar passar da Dungeon Hard (acho que esse é o único motivo).

Eu já zerei o jogo e estou agora no Ex-Play, no objetivo de bater a Dungeon difícil dos diabos.

O que eu achei de Bahamut Lagoon?

Eu adorei rejogar esse jogo e eu vou continuar até derrotar a dungeon hard, porque essa é a graça. Mas sem dúvida é um jogão, muito, muito bom, dos tempos que a Squaresoft fazia milagres com seus RPGS. É sensacional.

Se você gosta de jogos de estratégia retrô, recomendo demais. Boa história. Boas mecânicas. Não é muito longo nem muito curto. Não é especialmente difícil, mas também não é fácil. Recomendo demais mesmo.

Uma curiosidade: o protagonista não fica com a princesa, mesmo que eles flertem bastante. Em algum momento ela casa com outra pessoa que vai ser o protetor dela. É bem diferente.

Bahamut Lagoon

Então é isso. Jogão. Lindo demais. Adorei.
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Um abraço.
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