Mulher Maravilha Absoluta: A Última Amazona (#1 a #5) – resenha

Salve. salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e eu quero comentar rapidamente um arco de um dos gibis que mais tem me agradado recentemente. Então vamos nessa com Mulher Maravilha Absoluta.

Mulher Maravilha Absoluta: A Última Amazona

Mulher Maravilha Absoluta é uma revista mensal desse selo Absolute DC, que conta histórias de personagens de uma forma mais badass. Não li o Batman nem o Superman Absolutos, mas acho que tem uma ideia de ser adultão e mais sério. Acontece que a Mulher Maravilha Absoluta tem um background um tanto dark, mas mantém características boas e esperançosas que tanto gostamos. Vou falar do primeiro arco do gibi, que vai da edição 1 até a 5.

Mulher Maravilha Absoluta – A Última Amazona:

A história com um monstrão infernal atacando Gateway City e chega a Mulher Maravilha voando com sua espodona, montada em seu pégaso esqueleto para sair na porrada com os vilões. Depois começa o background para explicar a personagem. O lance é o seguinte:

Nesse mundo os deuses temem as Amazonas por algum motivo (alguma profecia, provavelmente). Eles deixa Diana para ser criada pela Circe, que vive como prisioneira na Ilha do Demônio, no Submundo. A palavra Amazona chega a serr banida. Então a Diana é criada por essa vilã, num mundo cheio de monstros e magia, mas ela é a mais boazinha de todos e consegue fazer amizade com os monstros e com todo mundo, E mesmo assim ela é porradeira, mas é uma Mulher Maravilha que sabe magia.

De volta ao presente:

No presente. Ela derrota os demônios e salva a cidade, mas logo percebe que esses monstros são só arautos de um monstro muito maior. Uma criatura mística que devora pessoas e tem um canto que faz as pessoas irem em direção a ele. Um tetracídio. Algo assim.

Para proteger as pessoas, ela faz uma magia que deixa todo mundo surdo, mas tem todo um trabalho de ir na tv para avisar as pessoas para elas não se assustarem e tals. No meio da briga ela perde um braço, mas ela revela que aquele braço já é um braço mágico falso, porque ela perdeu o braço original em toca em uma magia. No passado também temos o Steve Trevor chegando na ilha e ela salva ele com uma magia perdendo o braço.

Daí rola mais porrada, ela faz a espada ficar gigante e usa para cortar o monstro, mas derrota ele mesmo se tornando uma medusa. E daí ela precisa do Steve Trevor para ajudar a lembrá-la de quem ela é. No meio disso tudo ela tem que lidar com os militares, que só fazem merda. E ela conhece uma Etta Candy que faz magia e ajuda ela com ingredientes mágicos.

E a aventura é essa. Uma Mulher Maravilha super deusa das trevas, mas boa e justa, chegando para derrotar um monstro sinistroso e apavorando o mundo inteiro. E ela é estilosa demais.

No fim ela é puxada para o Hades, mas daí fica para o outro arco.

O que eu achei de Mulher Maravilha Absoluta: A Última Amazona?

Esse gibi é fantástico. Eu ainda estou lendo, mas já acho uma história muito boa da nossa Amazona em outro mundo. Acho muito massa que eles conseguem colocar elementos dark, de um mundo pior, de uma princesa criada no pior lugar possível, mas que ainda é boa e se torna uma heroína. A relação dela com a Circe é bem interessante, ver uma Circe que era uma feiticeira do mal, mas também não aguenta a fofura da bebê Diana.

Ainda bem que já colocaram o Steve Trevor no passado para gente não ter que aguentar o romance deles.

É um tanto massavelho? Sim. Tudo muito estético e tudo bem feito para pegar a gente pelo visual, mas a história é boa e funciona também. Ainda é um gibi de super herói e não um tratado de fiilosofia, claro. Mas me parece uma boa história para dizer que dá pra ser bom mesmo sendo criado no inferno.

Mulher Maravilha Absoluta: A Última Amazona

Então é isso. Bom gibi. Tem porrada e tem magia. Tem pégaso esqueleto. Espada quadrada igual Final Fantasy. Bom demais.
Mas e você, está lendo algo desses absolutos?
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Um abraço.
E tchau.


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