Poderosa, o Retorno – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e eu quero comentar, brevemente, um gibi muito maluco da Poderosa. Então vamos nessa com Poderosa, o Retorno.

Poderosa, o Retorno - resenha

Poderosa, o Retorno é um compilado que saiu em 2013, com histórias da Poderosa que saíram no caminho de um evento chamado Lazarus Planet e nas consequências dele na revista Action Comics. Eles pegam só as histórias da Poderosa (Action Comics tem histórias do Superman e da Superfamília em geral) e compilam tudo de uma forma mais ou menos coerente.

Poderosa, o Retorno:

A história começa com a Poderosa caindo num espaço metafísico maluco. As páginas passam são bem malucas e a Poderosa ouve seus medos. Então ela cai em um lugar e encontra a Sina (dos Titãs). A Sina diz que estava tendo sonhos com ela e agora as duas estão conectadas psiquicamente. Aparentemente, o contato com as chuvas de Lázaro deram poderes psíquicos para a Poderosa. Agora ela é telepata e também pode dar uns socos entre dimensões.

Elas conversam um pouco e a Sina vira meio que uma guia da Poderosa nessa nova vida de Psíquica. Então as duas começam a prestar um serviço de apoio psicológico para heróis. A Poderosa entra na mente da pessoa e a Sina vai guiando a aventura até encontrar os danos na psiquê dos heróis. Primeiro é o Mutano. Depois tem uma aventura com a Supergirl. E por último o Superman Jon Kent.

No meio desse processo, coisas estranhas aparecem e a Poderosa começa a achar que alguém está atacando a superfamília para chegar nela. E no fim, ela descobre que é o Jhonny Pranto (antigo vilão da SJA). Ele é um personagem que ataca os outros pelas emoções e a Poderosa é alguém que se sente muito sozinho. Então ele fica jogando o papinho nela e tal. Enquanto isso, alguns monstros que ele conjura estão atacando o mundo inteiro.

A Poderosa se livra dele e depois ela e a Sina saem porrando os monstros facinho. No fim das contas a Poderosa se reaproxima da superfamília e perde os poderes psíquicos, mas mantém o soco das realidades. Depois ela continua amiga da Sina e ganha uma revista própria.

O que eu achei de Poderosa: o Retorno?

O gibi é legal, porque os personagens são legais. O começo é bem interessante porque joga a Poderosa em um mundo totalmente novo de poderes psíquicos e traz a Sina de volta com uma personalidade nova e moderna. A parte delas ajudando outros heróis é muito legal também.

Daí o final com o Johnny Pranto é meio palha. Ele é um vilão que pode virtualmente fazer qualquer coisa, mas fica tentando fazer uns dramas psicológicos com os personagens, mas as vezes é meio chato. Essa parte final do encadernado faz parte de um evento da DC chamado Knights Terrror, que é sobre um vilão que ataca pelos pesadelos, ou coisa assim, então é meio chato.

Mesmo assim, depois de derrotar o vilão, os diálogos ainda são interessantes e bem escritos, o que faz a história ser legal ainda assim.

E tem a arte do quadrinho, que é um ponto muito positivo. A Marguerite Sauvage mandou bem demais nesse quadrinho.

Poderosa, o Retorno - resenha

Então é isso. Não é algo que eu recomendo para um leitor desavisado. Mas é um bom gibi para quem já é do meio.
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Um abraço.
E tchau.

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