Rat Queens – resenha da coisa toda

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e eu quero falar de tema repetido, porque sim. Então vamos nessa com Rat Queens.

Rat Queens:

Rat Queens

Rat Queens é um quadrinho da Image Comics láaa de 2013. Na verdade tem uma série de 2013 e uma série de 2017. Isso saiu em encadernados e eu comprei, li e resenhei os dois primeiros por aqui. Não sei se chegou a sair tudo no Brasil, mas eu nunca encontrei para comprar por aqui e tudo o mais. Então eu li o resto pirata e vou dar um breve comentário sobre a série toda.

Rat Queens é um grupo de mercenárias num mundo de RPG típico. Hannah é uma maga meio-elfa desbocada e transuda. Violet é uma anã guerreira sem barba com problemas familiares. Betty é uma miúda (tipo halfling) ladra, hippie, viciada em doces e cogumelos, total drogada. E Dee é uma clériga sem deus. Ela era de um culto a um deus bem horror cósmico, tipo um Cthulhu da vida, mas ela saiu fora, virando tipo uma clériga agnóstica.

No começo elas pegam umas missões e descobrem que alguém está tramando para cima dos aventureiros. Elas descobrem e se safam. No segundo encadernado, eles precisam enfrentar a divindade da Dee, mas dessas duas histórias eu já falei.

O que eu não tinha lido ainda:

Rat Queens

Agora falar do resto, de forma rápida. A história segue em arcos, cada vez mais malucos com viagem no tempo, divindades outras e tudo o que tem direito. Algumas pessoas ficam traumatizadas com as feras mentais. Depois tem um arco onde viajam para a escola de magia da Hannah, lá elas libertam o pai dela (que é um demônio) e estava preso. Tem um arco de uma tribo de orcs malucos que fazem mutações corporais (isso tem relação com Braga, uma orc trans que entra para o grupo depois), Violet acaba se casando com Dave Orc.

Tem um arco, com umas viagens no tempo e realidades paralelas muito malucas. Hannah fica do mal, mas depois conseguem voltar no tempo para buscá-la (mas segue existindo uma Hannah do mal que vai ficar enxendo o saco). Dee ganha poderes divinos e os deuses deixam o mundo, causando o que é chamado de O Vazio. Tem uma invasão de lobisomens festeiros na cidade e até a volta do mané do Greg como um vilão fodão. Temos ainda uma nova garota no time, Maddie, filha do taverneiro, ela é mais novinha e fraquinha que o resto do time, então gera uma interação interessante. A Betty se percebe alcoolatra e decide parar de beber.

No fim, temos um embate cósmico entre as duas Hannahs e isso vai remodelar tudo no mundo, porque a Hannah maligna era realmente poderosa e estava desequilibrando todo o jogo cósmico.

O que eu achei de ler tudo de Rat Queens?

Que gibi maneiro! É muita loucura, muita porradaria, tudo que a gente gosta em um bom mundo de RPG, mas sem algumas questões moralistas das histórias clássicas. As personagens são fortes, poderosas, desbocadas e sexualmente muito livres. Eu adoro as histórias e os caminhos muito inesperados que elas seguem.

Acho que o único problema é que eu tive que ler em inglês. E a série toda tem muita gíria e mistura de expressões do inglês com trocadilhos de RPG, então alguma coisa acaba sendo difícil de entender.

Mas é um puta gibi incrível. Deu vontade de comprar tudo, mesmo já tendo lido a coisa toda. É bom, bom demais. Recomendo muito.

Se quiser experimentar, compre o primeiro encadernado por esse link aqui.

Rat Queens

Então é isso. Gibi fantástico. Adorei.
Mas e você, o que acha?
Deixe sua opinião aqui na área de comentários.
Curta a fanpage, siga no threads e no instagram.
Compartilhe esse post.
Um abraço.
E tchau.

Deixe uma resposta