A Saga da Liga da Justiça 5 – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de post de quadrinhos e eu quero continuar falando da fase do Grant Morrison na Liga da Justiça. Essa fase saiu nos encadernados chamados A Saga da Liga da Justiça, que eu estou relendo. Então vamos nessa com a edição 5.

A Saga da Liga da Justiça 5

Esse encadernado tem as edições de 11 a 15 de Justice League of América, sem nenhum adendo. E a história é toda um mesmo arco, o que deixa a explicação mais simples.

Rocha da Eternidade:

A história é a seguinte: Lex Luthor reuniu uma nove Gangue da Injustiça, com vilões que querem derrotar a Liga. Eles que foram responsáveis pelas sombras que atacaram uma cidade no encadernado anterior. A Gangue é composta por Lex Luthor, Circe, Mestre dos Espelhos, Coringa, Dr. Luz, Mestre dos Oceanos e um alienígena que parece ser um Déspero, mas está controlado por eles. Os poderes mentais dele são importantes para barrar a varredura psíquica do Marciano.

Lex Luthor tem um plano meio maluco e ele tem uma coisa chamada Pedra Filosofal. Circe usa seu charme para fazer o Arqueiro Verde (Connor Hawke) mudar de lado. O Mestre dos Espelhos e o Doutor Luz cria uma base false que se molda com a mente do Coringa, isso deixa os heróis presos. E enquanto isso, Lanterna Verde, Flash e o Aquaman são levados por Metron para uma viagem no tempo. Eles terminam perdidos no tempo e acabam sendo resgatados pelo Mundo das Maravilhas, um mundo de super-heróis gigantes super avançado.

Reviravoltas:

E aí que começam as reviravoltas:: Na verdade Batman já estava planejando e infiltrou pessoas no grupo do Luthor. O Homem Borracha estava disfarçado de Coringa. O Mestre dos Espelhos ele comprou com dinheiro mesmo. E o Connor Hawke só fingiu estar sobre controle da Circe. Superman e Caçador de Marte que parece que foram explodidos, sobreviveram. E, mais importante, Flash, Lanterna e Aquaman foram enviados para o Futuro.

Um Futuro dominado pela antivida:

15 anos no futuro, Darkseid dominou a Terra. E tudo isso começou quando Superman destruiu a tal Pedra Filosofal do Luthor. O mundo está todo fodido, é uma distopia de Antivida. E os heróis precisam fazer uma missão para destruir a base de Darkseid na lua e conseguir mandar a galera de volta no tempo para impedir o Superman.

Toda essa parte no futuro distópico é bem interessante. E no fim os heróis conseguem voltar a tempo para impedir o Superman de destruir a pedra.

No fim, os heróis decidem ampliar a Liga, porque eles estão poderosos demais, mas falta cérebro para a Liga. Essa já é a segunda história onde a infaliabilidade da Liga, quase fez com que a merda acontecesse (esse era o plot naquela história com o Chave).

Então a próxima edição vai começar com a expansão da Liga da Justiça.

O que eu achei desse arco da Rocha da Eternidade?

Eu gosto muito dessa distopia futura onde Darkeseid venceu todo mundo se deu mal. Acho bem interessante toda essa maluquice do Mundo das Maravilhas, heróis viajando no tempo e a necessidade de voltar no tempo para impedir a merda é sempre legal. Especialmente porque era um problema com o Superman.

Porém, o problema é que toda essa loucura faz com que a Gangue seja meio esquecida. A Circe, que é uma das vilãs mais poderosas da DC não faz nada a história toda.

Mas no geral, é uma história legal do Morrison, que deixa bem claro que o mundo dos supers é doideira e os finais podem ser um tanto inesperados.

Podia ser só uma história de dois grupos de super-seres se porrando, mas vira uma maluquice com umas três narrativas ao mesmo tempo. Eu gosto disso.

Então é isso. Baita história maluca. Adorei.
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Um abraço.
E tchau.

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