Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de falar de quadrinhos e eu preciso falar de uma histórias curta dentro de tantos arcos grandes. Então hoje eu vou comentar, rapidamente a história Crise Um Milhão.
Crise Um Milhão é uma historinha de 8 páginas na esteira de DC Um Milhão, aquela fase que eu comentei no post seguinte. Enquanto a história insere o universo e coloca os heróis do futuro para interagir com os heróis do presente, com direito à boa e velha troca de vilões; Essa historinha é uma aventura do time do futuro sozinho, apenas para dar a ideia de que aquela galera continua vivendo as próprias histórias.
Crise Um Milhão:
Essa história começa com uma visita diplomática da Wonder Woman ao nosso universo. A Super Woman é a Mulher Maravilha (e é a Lois Lane) da Terra 3, a terra onde os vilões dominam. A história começa mostrando o final dessa visita diplomática, quando a vilã vai embora. Então começa a acontecer uma série de desgraças.
A Legião da Justiça A, recebe uma mensagem da Galáxia Gorila (onde tem um Detetive Batman). As duas Galáxias estão se aproximando rápido demais e estão em rota de colisão. Toda essa mecânica começa dobrar o universo, jogando o Hipertempo dobrado sobre si mesmo (lembrando que nessa época não podia falar de multiverso). Então começam a surgir diversas versões da Liga da Justiça todas naquele local. Cada Liga identifica os outros como anomalias que precisam ser combatidas e começa uma grande porradaria de heróis de diversas épocas.

Então, no meio da porradaria, a Mulher Coruja (ela é metade é híbrida com a Terra 3, o que é um conceito muito maluco que lembra o Alexander Luthor da Crise original) deduz que a Super Woman usou seus poderes telecinéticos para ativar um dos itens na sala de troféus da Legião. E que item era esse? O gerador de azar daquela história da Sincronia. No meio da briga, com o universo perto de colapsar, a Mulher Coruja consegue enviar o equipamento para a Terra 3 e salva o mundo.
O engraçado dessa história é como um gerador de azar pode ser perigoso num mundo de alta ficção científica. As coisas que dão errado podem ser muito mais cósmicas.
Outra curiosidade é que a Mulher Coruja entrou no lugar do Starman, que morreu em DC Um Milhão.
O que eu achei de Crise Um Milhão?
Historinha bobinha. Como eu disse, é uma história de 8 páginas. Mas é engraçado ver que tudo no futuro é muito cósmico, mas que no fundo as histórias são meio parecidas.
Também tem uns conceitos que ele coloca aqui que vão ser usados na Crise Final e no Mapa do Multiverso.
É bom ter histórias mais bobinhas, mesmo que seja tudo muito over.
Então é isso. Gibizinho de respiro. Adorei.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.
