Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu quero falar de um filme de terror que ganhou um Oscar, o que não é algo especialmente comum em Hollywood. Então vamos nessa com A Hora do Mal.

A Hora do Mal (Weapons no original. É sério.) é um filme de 2025, com roteiro e direção do Zach Cregger. O filme tem uma premissa muito simples e misteriosa. De um dia para o outro, todas as crianças de uma sala de aula desaparecem durante a noite. Todas exceto uma. Então tem a turma da escola, chega de manhã só um aluno apareceu. Quando a professora vai tentar descobrir o que aconteceu, todas as crianças sumiram, os pais estão desesperados, as famílias estão malucas e tudo o mais.
Algumas casas tinham câmeras e é possível ver que as crianças levantaram, saíram de casa por conta própria e saíram correndo para algum lugar com os bracinhos para trás igual ao Naruto. E tudo isso no mesmo horário, 2:17. 17 crianças desapareceram.
Daí o filme se divide em blocos focados em alguns dos personagens. Começa com a professora, que acaba sendo uma suspeita, porque só sumiram crianças da turma dela. Depois vemos o pai de uma das crianças desaparecidas tentando investigar por conta própria.
Depois temos o policial, o diretor, um junkie que vive ali pela cidade roubando umas paradas. E tudo isso vai revelando aos poucos o que está acontecendo, mas também um tanto sobre a maluquice que é a vida em cidade pequena.
Daí eu não vou contar o final, mas tem uma explicação para essa maluquice toda. Ets? Magia? Coisas do demonha? Crianças muito sincronizadas aprontando o maior plano de matar aula do mundo? Ninjas? Não vou contar porque quero que você assista, porque é um filmão.
O que eu achei de A Hora do Mal?
Que filmão maneiro! É um filme de terror bem escrito, onde tem o mistério principal, mas que ganha peso pelos contornos narrativos criados pelos personagens que rodeiam o centro da história. No fundo, qualquer história, por mais maluca que seja, é uma história sobre pessoas. Então quando você tem personagens bem escritos, eles dão uma valorizada muito boa num núcleo de história que é basicamente simples.
A personagem da professora, que é novinha e quase alcoolatra. Imagino que ela já era malvista por mães mais conservadoras (e assediada por pais igualmente conservadores) antes mesmo do incidente.
Dos outros personagens, cada um tem sua complexidade também, algumas mais sutis e triviais (não há tempo para todo mundo), mas de forma geral, os personagens são todos muito legais.
E isso é tudo que eu posso falar. Além de dizer que tem uma personagem que só aparece lá pela metade do filme que é fenomenal. Tanto que a atriz ganhou oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.
Então é isso. Filmaço. Recomendo demais. Assista. Está na HBO Max e na pirataria mais próxima da sua casa.
Mas e você, já assistiu?
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Um abraço.
E tchau.
