An Object at Rest – curta sobre uma montanha que só quer dormir

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de post de curta metragem e eu trouxe um curta singelo, quieto, reflexivo e musical. Depois eu explico todas essas palavras, então vamos logo falar de An Object at Rest.

An Object at Rest

An Object at Rest é um curta de Seth Boyden é o trabalho de final de curso dele na CalArts. O curta conta a história de uma pedra viva, uma montanha viva, na realidade, que só quer ficar na dela descansando de boa. Até que chega o maior inimigo dos espíritos da natureza, a tal da humanidade.

O tempo passa e a pedra muda, perde tamanho, perde forma e perde contornos, mas a coisa piora mesmo quando ela precisa se tornar ferramentas. E eu não vou falar mais do que isso.

Assista aí ao An Object at Rest:

Eu adorei esse curta. Apesar de não ter nada muito, muito novo. Mas ele pega temas clássicos e trabalha de uma forma muito interessante. Eu gosto muito do fato de que nossa protagonista montanha-rocha-pedrinha-cascalho-areia-vidro só quer tirar um cochilo. Ela dorme, então só acorda quando um maldito humano vem cortar uma árvore em cima de dela.

E assim segue a vida, com ela sempre confusa, sempre perdida, mas sempre querendo ficar de boa. Ela encontra a luva e já quer dormir na luga. Encontra em um pedaço de papel e já quer se cobrir. Mas nunca deixam, porque o progresso e a mudança não pode parar. Até que finalmente ela deixa a terra e pode descansar, sem humanos por perto. Me identifico com a protagonista… a humanidade me cansa enormemente.

Uma curiosidade é que me parece que o nome do curta faz referência à primeira lei de newton, a que fala sobre inércia.

An object at rest stays at rest and an object in motion stays in motion with the same speed and in the same direction unless acted upon by an unbalanced force.

Traduzindo

Um objeto em repouso segue em repouso e […] a menos que haja sobre ele uma força não balanceda.

O tal Object at Rest é o tal do objeto em repouso.

An Object at Rest

Então é isso um curta muito maneirinho que eu adorei assistir e trazer para cá.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.

Vulto

Desprezível.

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