Castlevania: Noturno – resenha da temporada 1

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de resenha e eu preciso falar da primeira temporada da nova série de Castlevania. Então vamos nessa com Castlevania: Noturno.

Castlevania: Noturno

Castlevania é uma franquia de jogos que vem lá do Nintendinho até os videogames de hoje. O mais clássico dos jogos é o Castlevania: Symphony of the Night do playstation. Um clássico.

Daí teve a primeira série, baseada no Castlevania 3, com Trevor Belmont e Sypha Belnades enfiando porrada em todo mundo junto com Alucard que enfrenta o seu pai: O Drácula. A primeira série teve 4 temporadas e encerra a história. Podia ser o fim da série porque o roteirista foi cancelado.

Então finalmente lançaram uma nova série com outra equipe no roteiro. Castlevania: Noturno se baseia no Drácula X, do Super Nintendo. Com Richter Belmont e Maria como personagens principais.

Castlevania: Noturno:

Castlevania: Noturno

A série se passa na Revolução Francesa. Então basicamente os camponeses estão praticando aquele esporte legal chamado “Decaptação de Nobres”. Acontece que nesse mundo, onde existem vampiros, as elites encasteladas, os nobres metidos à besta são vampiros, até porque vampiro é metido a nobre. Então a revolução está matando alguns vampiros. Então nessa brincadeira Richter e Maria estão envolvidos com a revolução.

A treta começa quando duas coisas acontecem: Criaturas da Noite começam a aparecer. E os Vampiros começam a cultuar uma vampira que promete ser uma Messias dos Vampiros, a devoradora da Luz. Aquela que vai trazer a noite eterna.

Quando as Criaturas da Noite atacam Richter, Maria e a mãe da Maria que eu esqueci o nome, eles recebem ajuda de dois guerreiros vindos das Américas. Annete e Edouard vêm da Ilha de São Domingos, onde teve uma revolução. Para quem não está ligado, Ilha de São Domingos é onde fica o Haiti, onde teve a Revolução Haitiana: A principal revolução negra da história.

Annete é uma feiticeira com poderes de divindades Yorubá, como Oxum e Papa Legba, por exemplo. Eles estão atrás dessas messias e vão formar um time com os protagonistas.

Além disso, ainda temos um padre, que é contra a revolução por ser anti-cristã. Um vampiro chamado Olrox (existe nos jogos) que matou a mãe do Richter está na cena. Ele parece ter seus próprios objetivos.

E alguém está criando as Criaturas da Noite para os Vampiros. Mas quem?

E esse é o setup da série. Tudo que eu descrevi aqui está nos primeiros 2 episódios. Mas eu não vou contar mais porque eu realmente quero que você assista.

Castlevania: Noturno

O que eu achei dessa primeira temporada de Castlevania: Noturno?

A série segue maravilhosa. Acho que os diálogos perderam um pouquinho de surpresa, mas ainda é bem escrito. A animação segue bem fluída e as porradarias são muito gotosas. Eu acho o Richter meio apagadinho na série. Ele é meio sem graça até lá pelo episódio 5 ou 6. A Maria é uma fofa, mas a Annete chega e rouba acena como magona sinistra do rolê.

Os designs das Criaturas da Noite estão demais. Demais mesmo.

A trilha sonora é maravilhosa e o ritmo é muito bom. Com boas reviravoltas no final dos episódios.

Então em resumo: Baita série legal. Assiste lá na Netflix.

Castlevania: Noturno

Então é isso. Baita série. Continua boa.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.

Vulto

Desprezível.

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