Water Lily – um curta sobre o surgimento da lótus

Salve, salve, seres humanos da terra.
Hoje é dia de post de curta metragem e eu quero falar de um trabalho muito bonito. Então vamos nessa com Water Lily.

Water Lily

Water Lily é um curta de Justine Cunha, Clémentine Delcourt, Alexandra Batina, Margaux Lahuppe e Pascal Miller, o Watter Lily team da Rubika school na França.

O curta conta a história de um menino que está pela floresta curtindo uma flores, anotando umas coisas, desenhando umas flores, essas coisas que a gente gosta. Então ele se depara com uma bela figura, uma ninfa da água, ou uma dríade da água. É uma figura feminina meio-planta. Ela vive em cima de uma planta aquática, acho que é uma Vitória Régia pelo nome do curta (Lilypad é Vitória Régia). E essa planta tem ligação com uma árvore por ali.

Eles ficam se olhando e se esquivando em uma dança entre medo e flerte, até que ele cai na água. Então ela precisa salvá-lo, mas isso coloca em risco a conexão dela com a sua árvore.

Assista aí ao Water Lily:

Eu gostei muito desse curta. O tema não é tão novidade assim, mas a arte é tão bonita que faz tudo valer a pena. Depois que ela se solta da árvore a coisa começa a desandar tão rápido que o curta consegue passar uma sensação de tensão muito forte. E é meio desesperador.

E no fim não tem salvação mesmo, a coisa mais bonita que pode acontecer é os dois morrerem juntos. Além disso, ele segura a degradação que ele mesmo trouxe, mesmo que sem querer, porque aqui ele não era ruim.

E no fim, essa história conta o surgimento da Lótus. Pelo menos é o que está escrito na sinopse.

Gostei. Muito bonito.

Então é isso. Adorei esse curta.
Mas e você, o que acha?
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Um abraço.
E tchau.

Vulto

Desprezível.

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