DC Rebirth – Liga da Justiça 51, review

Salve, salve, seres humanos super poderosas ou não da Terra ou de qualquer outro lugar do universo.

Geralmente eu falo de revistas #1 aqui e do feeling que eu tive lendo a revista para que vocês possam ter uma ideia desse feeling e decidirem junto comigo se é uma série que vale a pena ler ou não, mas hoje eu vou falar de Liga da Justiça #51. Por quê? Por que é uma boa ideia? Não.

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Liga da Justiça #51 é a primeira da nova fase da DC, batizada de DC Rebirth, com nova equipe criativa e já com essa nova pegada mais “deboísta” prometida pela editora. Vamos ao review.

As duas primeiras páginas começam relembrando a primeira aventura da Liga enfrentando Darkside no começo do arco dos novos 52 enquanto um narrador oculto narra a derrocada de Darkside e diz que tem fome.

A história começa mesmo seis meses depois dessa primeira incursão, mostrando o dia em que o Robin, Dick Grayson ainda, é levado para conhecer a Liga. Uma ameaça ataca Metrópolis e a Liga desce para ajudar o Superman a enfrentar os Lobos gigantes semi-mecânicos super ágeis. Começa um quebra pau.

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No meio do porradeiro, o vilão Mamute aparece batendo no Superman, ele parece confuso e sem saber onde está. A Mulher Maravilha manda que o Robin fique para trás. Ele percebe uma pessoa observando a luta em cima de um prédio e avança sobre essa terceira ameaça. Ele descobre que trata-se de um alienígena cientista coluano, luta rapidamente com ele e acaba sendo derrubado e salvo pela Mulher Maravilha.

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Enquanto Superman, Batman, Aquaman e Flash enfrentam os Lobôs robôs do mal e a Mulher Maravilha enfrenta o cientista coluano, Robin ajuda o Cyborg e o Lanterna Verde entender o que está acontecendo.

Eles descobrem que o selamento dos tubos de Explosão do Darkside abril fraturas no tempo-espaço que estaria transportando pessoas de lugares aleatórios do espaço para Metrópolis. Cyborg consegue usar sua ligação com as caixas maternas para fechar as rachaduras.

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Por fim o Batman da uma lição de moral no Robin dizendo que ele e o Cyborg, os dois mais novos, foram essenciais para a solução do problema e a voz sinistra do narrador desconhecido diz que não é forte o suficiente para atacar os membros da Liga, mas pode atacar o elo mais fraco, no caso o Robin.

E termina com Continua em Titãs Renascem.

Fim da edição

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O que eu achei? De cara deu pra sentir o bom feeling da nova DC. Apesar de darem uma zoadinha no Batman, os personagens não são babacas, a história é leve, com começo, meio e fim e muita porrada sem precisar ser “ó que história séria e sinistra”. Curti bastante.

Apesar de ser uma revista da Liga, é uma história de abertura retconeada para inserir uma “amizade” entre o Cyborg e o Dick que deve ser tratada em …. Vou fazer review dessa nova série quando sair? Não sei. Não vou prometer nada.

Enfim pessoinhas. Sobre essa revista é isso. É uma história simples e suave e é disso que eu gosto em quadrinhos.

Deixe aí seu comentário. Até mais.
Um abraço. E tchal

post publicado originalmente por mim em Cultura Nerd e Geek




Vulto

Desprezível.

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