Os Supremos² #1 – review

Salve, salve, seres humanos poderosos pra cacete do universo.

Passando aqui hoje pra falar de uma nova hq na Marvel, mais um revista #1. Agora, depois de Guerra Civil 2, Os Supremos ganham sua nova  revista mensal chamada de os Os Supremos² (Os Supremos ao Quadrado ou algo assim). Vamos ao review:

Os Supremos² #1 – review

Os Supremos²

Essa edição é a primeira da nova fase dos Supremos, escrita pelo mesmo roteirista da série anterior. Um resumo da série anterior:

Background

Os Supremos é um grupo formato por Capitã Marvel, Pantera Negra, América Chavez, Espectra e Marvel Azul, um grupo sancionado pelos Estados Unidos e pela ONU cheio de mega cientistas e gente realmente muito poderosa que tem como objetivo resolver problemas de nível cósmico de forma proativa. No primeiro arco eles fazem um plano que transforma Galactus em uma criatura “da vida”, só para ter uma ideia.

A história segue e se envolve com Guerra Civil 2 e dá uma desandada. Alguns fatos importantes que acontecem na série anterior: Galactus deixa de ser o Devorador de Planetas e vira o Semeador de Planetas. Thanos foge do Limbo e vem para o nosso Universo. Os Supremos salvam um ex-vilão chamado Anti-Homem que acaba se tornando o novo arauto de Galactus. Os Supremos são dissolvidos e deixam de ser uma equipe oficial por conta das tretas em Guerra Civil 2. Galactus descobre que a Eternidade está acorrentada. Algo está muito errado.

Com isso podemos começar a falar de fato do que acontece em Os Supremos².

A história começa nos lembrando que a Eternidade está na merda. Enquanto isso Adam Bashear, o Marvel Azul, está fazendo experimentos para enxergar o universo de uma forma diferente e percebe isso. De acordo com ele a Espectra, Mônica Rambeau deve sentir algo assim, que ela deve perceber que algo está errado.

De repente, de um portal, chega o Anti-Homem, que agora é arauto do Galactus e derrota os dois colocando-os em casulos de energia.

Em outro lugar Carol Danvers, a Capitã Marvel, está em um restaurantezinho no meio do nada. T’Challa, o Pantera Negra, chega disfarçado para conversar com ela. Ela está bolada por que ele quem articulou a queda dos Supremos. Ele se explica dizendo que os Supremos deveria acabar por que estavam virando uma super equipe qualquer (Guerra Civil 2).

Ele conta que está tendo sonhos sobre correntes e uma jaula na realidade e que começou a ter esse sonho depois de seu encontro com Galactus e que Carol deve estar tendo esse mesmo tipo de percepção por ter os poderes do Capitão Marvel. Eles conversam mais um pouco e de repente chega o Anti-Homem.

 

A equipe é levada à presença de Galactus, O Criador da Vida, O Semeador de Mundos. Ele diz que precisa de novos Arautos. Heróis da vida para travar a luta pela realidade. Pessoas para desacorrentar o cosmos e defender a chama primordial contra a escuridão suprema.

Capitã Marvel diz que não vai lutar por Galactus e …

Fim da edição.

O que eu achei? Por mais que conceitos bizarros estivessem sendo aplicados e por mais idiota que pareça um Galactus do bem, a série anterior a essa estava muito legal. Acho que essa nova série deve continuar bem legal simplesmente por ter a América Chavez e a Mônica Rambeau que são duas personagens realmente fodas, e ser com o mesmo roteirista.

Eu até gostei dessa arte do Foreman, mas a arte do desenhista anterior, o Henneth Rocafort era muito foda.

Essa edição não revela muito. Ela só monta o grupo de novo e te relembra essa treta da Eternidade acorrentada e fixa a América, que é claramente a personagem mais poderosa desse mar de monstros, como líder da equipe.

Eu diria que não da pra saber o que esperar, mas curto o roteirista, então vou continuar lendo.





Roteiro: Al Ewing
Arte: Travel Foreman
Cores: Dan Brown

Então é isso. Essa série toda é uma bagunça, mas traz conceitos e artes muito legais.
Vale a pena dar uma olhada.
Leiam. Deixem aí seus comentários.
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Um abraço.
E tchal.

 


Vulto

Desprezível.

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