Faith #1 – review

Salve, salve, seres humanos super heroicos da terra.

Vocês se lembram de quando todos os sites de notícia nerd falavam que ia sair uma hq com uma “super heroína plus-size”? Pois bem. Saiu a hq, eu li, é claro, e aqui vai minhas impressões sobre a primeira edição

FAITH #1 – review

Faith capa

 

Antes de começar o review, um disclaimer. Eu não conheço o background da personagem por que não leio muita coisa da Valiant e parece que ela já tem um background que eu vou tentar resumir, mas posso cometer algum engano.

Faith Herbert, que é o nome da nossa heroína, ficou orfã por conta de um acidente de carro. Ela foi criada pela avó e virou fã de ficção científica e de quadrinhos e outras nerdices. Na adolescência era se descobre uma psiot – que são pessoas com poderes – se transforma na heroína Zephyr e se uniu a um grupo de super heróis chamados de Renegados. Agora ela abandonou o grupo e se mudou de cidade. Agora ela começa sua carreira solo.

 

A história começa com duas pessoas carecas com roupas de hospital e um bracelete tecnológico estranho fugindo de algum lugar. Eles não se conhecem e enquanto fogem são observados por vultos que, por acaso, se parecem comigo.

Corta para o apartamento de nossa heroína onde ela é acordada com uma conversa estranha sobre armas e crimes vindas do andar de cima. Ela se veste e vai ver o que acontece e descobre que o vizinho de cima é um ator que está praticando improviso ou algo assim. A parte interessante é que Faith tem um alter ego, uma identidade secreta, Summer Smith, que é ruiva e usa óculos.

 

 

Ela voa até o trabalho enquanto pensa e devaneia sobre seus planos para sua primeira vez como heroína solo em Los Angeles. Ela pensava em ser jornalista, a identidade secreta clássica, mas acaba trabalhando para um blog de cultura pop.

Então somos apresentados à equipe de nerds da ZIPline: A chefe do mal que quer posts com muitos likes; Paige, a amiga gente boa; Wyat, o estagiário pedante; e Jay, o veterano babaca.

 

A equipe está almoçando enquanto, na tv, passa um reality show com o super herói Torque, que era dos Renegados, supergrupo do qual Zephyr (o nome de super heroína da Faith) fazia parte.

Ela volta para casa depois de um dia chato. Em casa ela conversa com Archer, um amigo online, até que recebe um alerta do scanner da polícia e vai investigar um roubo de filhotinhos.

 

De volta à casa, Faith conversa com um cara chamado @x que é um tipo de hacker fodão ou algo do tipo. Ele diz que algum hacker de uma história do passado tinha rastreado uma lista de pessoas que seriam psiots, pessoas que teriam poderes, mas não sabem. Ele diz que estava tentando rastrear essas pessoas, mas que o hack do vazamento se esconde bem, mas que ele conseguiu uma pista de alguns desses psiots. Zephyr vai atrás.

Em algum lugar, os dois carequinhas do começo da história são capturados por dois homens de preto que são muito iguais.


Zephyr chega depois nesse local, que é local indicado pelo @x. A casa está estranhamente vazia, mas Zephyr encontra um celular perdido no meio de um monte de cinzas.

Nesse momento aparece um dos homens de preto com um dispositivo estranho e explode a porra toda.

 

Fim da edição!

O que eu achei? A primeira coisa que eu tenho que comentar é que o fato de ela ser uma heroína gorda, não é um argumento de roteiro. Ou seja, ela é uma heroína como qualquer outra.

O roteiro é legal e da conta de dar uma resumida no passado, mostrar o grupo de amigos da personagem do presente, colocar uma mini-treta para ser resolvida ainda na primeira edição, e ainda fazer a abertura para uma trama maior. Isso numa hq normal de 24 páginas. A personagem é muito carismática e interessante, além de ser bem fácil para eu me identificar pelo fato de ela ser blogueira de cultura nerd.

A arte é bem legal também, mas a colorização me incomodou um pouco. Me parece aquelas colorizações digitais dos anos 90. Não curti muito a cor não.

Resumindo: HQ excelente e não panfletário. Recomendo.





Roteiro: Jody Houser
Arte: Francis Portela e Marguerite Sauvage( Fantasy Sequence )
Cores: Andrew Dalhouse

Então é isso. Leiam Faith.
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Um abraço.
E tchal.


Vulto

Desprezível.

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