Transnave e Fantasmas – Planetary (#3 e #4) (parte 3)

Salve, salve, seres humanos da terra.
Ao mesmo tempo em que eu estou escrevendo a minha infindável série de resenhas do Homem Animal (como tem coisa para falar!), eu também resolvi resenhar Planetary, que é o meu gibi favorito. Esse já é o terceiro post dessa série de resenhas que está caminhando devagar, mas continua seguindo. Então pegue sua transnave e vamos lá.

Relembrando: Planetary é uma organização que investiga a história secreta do século 20. O time de campo sempre tem 3 pessoas. E na primeira edição, o novato (porém idoso), Elijah Snow, entra para o time e começa acompanhar as missões.

Pistoleiros Mortos (Planetary #3):

Planetary 3

A terceira edição se passa em Hong Kong. Um policial fantasma aparece e mata alguns mafiosos, enquanto o time de campo observa perplexa. “Fantasma da vida real”.

A história é a seguinte: sempre houve um policial fantasma em Hong Kong. Sempre ocorre de um policial ser traído e voltar buscando vingança. E ele permanece até que outro policial seja traído e morto. É como uma lenda local, mas que virou realidade local.

Então a equipe de campo vai até o local da morte (uma agente do escritório local pesquisou a história desse fantasma em particular) e o Baterista descobre uma máquina enorme, uma espécie de disco rígido feito de almas. Eles não entendem o que é, mas o fantasma diz que é Deus.

Tem uma cena de ação, a Jakita destrói um carro com um chute e o fantasma mata o homem responsável por sua morte. E a história acaba assim, com um novo mistério e uma história de vingança mal acabada. Não há redenção para o policial fantasma de Hong Kong.

Planetary 3

Uma informação importante: A agente do escritório local diz que trabalha no Planetary há 5 anos.

Portos Estranhos (Planetary #4):

Planetary 4 - portos estranhos - transnave
Essa é a acapa da edição, mas também é a aparência do rapaz depois de encontrar e aceitar o contato com a transnave

Essa história é possivelmente uma das mais importantes de toda a série. Ela começa com um jovem investigador, Jim Wilder, investigando um atentado terrorista em Washington. O prédio pertencia a uma empresa chamada Corporação Hark (Hark era um dos heróis pulps da edição 1) e foi implodido por algo misterioso, não deixando nada no lugar. Jim é o investigador particular da srta. Hark.

Jim trabalha para a Hark, mas parece que ele é um protegido dela, um órfão com o qual ela se preocupa de certa forma. Então temos uma cena dele fanado com ela no telefone, quando ele vê um assalto acontecendo, tenta impedir, corre atrás do assaltante e acaba dentro da zona de contenção, onde o Planetary está trabalhando.

Nesse momento, Jim Wilder pisa sobre uma pedra com formato de raio e desaparece. Minutos (e um diálogo engraçado) depois, ele reaparece com uma marca em forma de raio no peito. No Hospital do Planetary, ele acorda e é recebido pelo time de campo. Então ele conta o que aconteceu.

Planetary 4 - pedra de viagem da transnave


A transnave:

A pedra é uma pedra de viagem de uma transnave, uma nave capaz de viajar através da Sangria (o espaço entre universos). A transnave caiu na terra há bilhões de anos e sua tripulação morreu. A nave enviou essas pedras de viagem pelo mundo, mas nenhuma ajuda nunca tinha chegado até então. Então, Jim Wilder aceita a missão de levar a transnave para casa, sendo alterado com material alienígena e aceitando a missão de encontrar mais seis pessoas dispostas a operar a nave e levá-la para casa.

Jim, em sua nova forma super humana, leva o time de campo para conhecer a transnave. Ele pede ajuda, mas Jakita diz que o Planetary só observa e cataloga. É então que Elijah Snow toma a frente e diz que o Planetary vai ajudá-lo com recursos e apoio logístico, se precisar. É nesse momento que Elijah começa a tomar o protagonismo da série.

Planetary 4

O que eu achei das edições 3 e 4 de Planetary?

A edição 3 poderia fazer parte do post anterior, porque continua com a pegada “rolê pelo mundo vendo coisas fantásticas”. É uma história interessante, mas não vai acrescentar tanto para a história no longo prazo. É a primeira vez que vemos o Baterista usando os poderes para coisas diferentes do “kit hacker básico” e isso vai ser importante mais para frente. Uma coisa legal é que a edição é quase toda com quadros “wide”, simulando o widescreen.

A edição 4, Portos Estranhos, como eu já disse, é uma das mais importantes para toda a série. Primeiro porque é nela que Elijah começa a tomar atitude e porque Jim Wilder, a corporação Hark e essa nave serão importantes no futuro.

Chega do Planetary ficar só olhando e desenterrando coisas, agora é hora de agir. Na edição 6 o Planetary vai para cima e você não perde por esperar.

Um detalhe, os designs do Cassaday para o interior e o maquinário da transave são sensacionais.

Planetary 4 transnave

Planetary saiu na Pixel Magazine, em 4 encadernados fininhos (a versão que eu tenho) e em um omnibus capa dura lindão que eu devo comprar um dia. Você pode comprar na Amazon clicando aqui.

Então é isso, mais um post sobre meu gibi preferido. Estou adorando fazer.
E você, o que acha? Já conhecia Planetary? Nunca tinha ouvido falar?
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Um abraço.
E tchau.

Vulto

Desprezível.

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