A-Force v2 #1- Review

Salve salve seres humanos da terra.

Durante a Megasaga Guerras Secretas da Marvel várias minisséries pipocaram com suas histórias no mundo de batalha. Uma dessas minisséries foi o primeiro volume de A-Force.

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Em resumo A-Force é um grupo de super heroínas lideradas pela Mulher Hulk. É claro que eu curti de cara a ideia de um grupo só de mulheres e foi um dos poucos tie-ins de Guerras Secretas que eu li. Fiz review da primeira edição lá no Social Zero.

A série começa bem, termina mais ou menos, mas não é dela que eu quero falar aqui.

Esse post é sobre a série nova. A-Force V2

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A história segue a personagem chamada Singularidade, que é a personagem criada na primeira edição da série anterior. Ela surge no nosso mundo perto de uma estação espacial e parece ser a única (uma das únicas, já que eu não posso garantir nada) a se lembrar do mundo de batalha e das Guerras Secretas como um todo.

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Assim que Singularidade reaparece, ela se encontra com a Capitã Marvel, Carol Denvers, e enquanto elas discutem tentando entender o que está acontecendo, surge a amaça. Acontece que a Capitã estava ali no espaço investigando uma anomalia, um poço de Antimatéria. O poço ressurge e zoa a nave toda enquanto assume uma forma humanoide que se autodenomina Antimatéria.

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Enquanto o pau quebra no espaço, Singularidade tenta fugir, sequestra uma nave de fuga que ela não sabe pilotar, cai na terra, destrói uma torre de comunicação de Nova Attilan enquanto é perseguida pela criatura de Antimatéria.

Singularidade procura a Mulher Hulk, que estava trabalhando, e leva a luta para ela. Começa um quebra pau trevoso para justificar a presença da Mulher Hulk e para acabar a história aparece a Medusa, pagando de rainha babaca com um exército de Inumanos genéricos, e prende Singularidade.

Continua …

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O que eu achei? Primeiro eu tenho que avisar que eu sou muito suspeito para falar, já que eu adoro histórias com personagens femininas. Mesmo que a história seja ruim, eu já quero os bonequinhos todos. Vamos à análise de fato:

A revista se resolve bem como primeira edição. Apresenta uma personagem orelha para gente seguir, insere o vilão sem revelar muito, mostra as principais coadjuvantes e consegue mostrar a personalidade delas bem rapidinho e tem um cliffhanger bacana. Me prendeu.

Um ponto negativo é que a inocência/lesera/retardo da Singularidade chega a incomodar um pouco. Eu já entendi que ela é boazinha e feliz e ela já devia ter entendido que as pessoas não lembram dela e não vão passar a trata-la bem só por que ela chega falando “Amiga!”.

Um ponto forte são as referências: Tem uns hipsters pau no cu que fazem referência ao Superman e tem também uma referência óbvia, até demais, sobre a árvore da vida da cabala no vilão.

Pra finalizar eu queria expor uma dúvida que me deu aqui. Rolou uma atração entre a Singularidade e a Mulher Hulk, ou sou eu que estou imaginando coisas? Me digam.

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É isso galerinha. A-Force é uma hq interessante e me cativou o suficiente para continuar lendo.

Roteiro: G. Willow Wilson
Arte: Jorge Molina
Cores: Laura Martin

Espero que vocês curtam tanto quanto eu. Comentem aí.

Um abraço. E tchal.

 

Vulto

Desprezível.

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