Armas de Destruição Mutante #1 – resenha

Salve, salve, seres humanos da terra, criaturas gama e mutantes da terra.
Já fazia um tempo que eu não estava lendo nada atual da Marvel, mas essa revista me chamou atenção, especialmente pelo fato de que todo mundo já meteu o pau mesmo antes de ler. Estou falando de Armas de Destruição Mutante Alpha.

Armas de Destruição Mutante #1 – resenha

 

Armas de Destruição Mutante

 

Um background rapidão. O Hulk atualmente é o Frank Cho, um garotinho japonês que é um super gênio e o Bruce Banner está morto. Ele tem uma revista própria chamada O Totalmente Incrível Hulk que eu não estou acompanhando.

Outra mensal que está diretamente ligada a essa revista é a revista Weapon X, que é recente e conta de um novo grupo super secreto que está fazendo pesquisas com mutantes. Uma nova versão da Arma X. O Wolverine velhão se junta com Dentes de Sabre, Lady Lethal, Apache e a Domino para enfrentar essa galera. Agora vamos para a história em si.

 

 

A história começa com um cara entregando pizza em um complexo de pesquisa ou algo assim. Ele passa por uma segurança que passa por uma segurança que tem uma segurança e outra segurança. Só para dar ideia de que existe vários níveis de secreticie. O pessoal do setor vermelho entrega as pizzas no setor preto onde uma tal de Doutora Alba está fazendo experimentos com uma espécie de Hulk-Wolverine.

Fora dali temos uma cena no Instituto Xavier, onde a Kittie Pride, que é a diretora, recebe um contato do Velho Logan que diz que estão investigando esses robôs que estão atacando mutantes. Ele está com a galera da revista Arma X (Domino, Apache, Lady Lethal e Dentes de Sabre). Rola uma cena de medição de pinto, mas depois todo mundo se entende.

 

 

O Frank Cho, o Hulk, está ali por algum motivo e ele revela que pegou um desses robôs e forçou a se regenerar. Esse robô tem um rosto. Um rosto de um garoto que desapareceu. Ele também está rastreando o fluído de êxtase para manter os robôs. Eles têm duas pistas para seguir.

O Hulk e a Lady Lethal vão investigar a casa do garoto desaparecido e descobrem que a mãe dele é uma desgraçada e que ele recebeu um panfleto para algo chamado “O problema mutante e a solução sagrada”.

No outro local, Logan velhaco, Dentes de Sabre, Domino e o Apache, são atacados por gatos robôs. Rola um quebra, mas eles conseguem acessar um computador e pegar um rastro para seguir. Eles vão embora, mas um dos gatos robôs do mal fica vivo e os observa.

 

 

Nas últimas páginas temos o reverendo Stryker, um maluco religioso que odeia mutantes, convertendo um garoto e o convencendo a se submeter ao procedimento. A doutora Alba fica puta com esse lenga-lenga religioso e acha que o Stryker tem que ser mais ligeiro.

Ela coloca ele no tudo e temos uma visão de vários tubos com vários experimentos.

Fim da edição

 




 

O que eu achei? Eu ainda ando meio cabreiro com essa ideia de um Wolverine-Hulk, mas pode ser um puta vilão. Não um vilão complexo e com história, mas aquele vilão difícil de derrotar.

“Ain, eu quero um vilão complexo com história e motivações.” é justo. Mas as vezes a gente quer um bichão pra cair na porrada e dar trabalho. Parece justo.

Em resumo. É uma baita história incrível e sensacional? Não. É uma história mediana que pode virar um massavéio bem legalzinho. O mal é que essa história vai se estender por três revistas e sempre é um saco de acompanhar.

 

 

Roteiro: Greg Pak
Arte: Mahmud Asrar
Cores: Nolan Woodard

Então é isso. Achei média.
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Um abraço.
E tchal.


Vulto

Desprezível.

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