Sistemas – Planetary #24 (parte 17)

Salve, salve, seres humanos da terra.
Mais um dia para falar de quadrinhos e mais um dia que eu sigo falando de Planetaey, um dos meus quadrinhos favoritos. Planetary tem 27 edições (26 da série principal e um extra) e mais alguns crossovers (acho que são 3), então já estamos acabando essa série. O importante é acreditar. Então vamos lá que hoje é dia de falar de Sistemas, a edição lavação de roupa suja.

Sistemas – Planetary #24

Planetary 24 Sistemas

Para começar, eu tenho que dizer que essa edição se passa no Brasil. No primeiro quadro temos o Cristo Redentor e logo depois vemos o prédio do Planetary no Brasil. A história se passa 90% dentro do prédio, então tanto faz ser no Brasil, mas é no Brasil, pode ficar feliz.

A história começa com Elijah andando dentro do prédio enquanto o Baterista e Jakita esperam para confrontá-lo. Quando chegam querendo conversar com ele, ele diz algo do tipo “beleza, bora lá. Me sigam.”.

Então Snow leva eles para o último subsolo do prédio, onde vários guias Planetary estão guardados. Enquanto isso, durante toda a caminhada, ele vai falando para caramba, contando coisas para o Baterista e para Jakita, várias coisas que nós já sabemos, mas que o time inteiro não sabe. Então essa edição é um resumo de muito do que já aconteceu até aqui. Vou falar em tópicos o que ele conta para o povo, mas é claro que com os diálogos a coisa fica muito melhor.

Sistemas de Proteção:

Elijah admite ter torturado William Leather. Ele também conta que visitou Melactha e que desde então vem percebendo o grande esquema das coisas. A vida na terra possui uma série de sistemas de proteção capazes de preservar a própria vida na terra. Parte desse sistema foi visto por Elijah no mundo dos mortos e o mesmo aparato visto em Hong Kong na edição 2 e encontrado por John Leather quando ele “ganhou poderes”.

Outro sistema de proteção são os Bebês do Século, que interligam as histórias de Bret Leather, de Elijah Snow, Doc Brass e também de Jakita Wagner. Finalmente ele conta sobre Opak-Re e que Jakita é filha do conde Blackstok e é por isso que ela tem poderes.

Planetary 24 Sistemas

Ele conta que William Leather não foi filho de Bret Leather e perdeu, por pouco, a chance de ser um super humano. Foi isso que Dowling usou para convencê-lo a participar dos esforços para ganhar poderes.

Ambrose Chase e os 4:

Dowling passa a vida tentando alcançar as capacidades que outros têm ao nascer, tudo isso para controlar, destruir ou aprisionar. E é por isso que ele deixou o Planetary vivo, porque, na verdade, o Planetary é bom para encontrar e catalogar, então os 4 roubam. Quando o Planetary se tornou perigoso demais, os 4 tiraram Elijah Snow do jogo, apagando a memória dele.

O Planetary começou a se envolver demais, então os 4 armaram uma cilada, uma operação tão na cara que chamou a atenção deles. Então criaram o Planeta Ficção, o que levou à morte de Ambrose Chase. Mas o trabalho do Planetary precisa de 3 pessoas, então buscaram Elijah de volta, ele recuperou as memórias e voltou com tudo. Dando um baque, tirando Jacob Greene do jogo.

Planetary 24 Sistemas

Elijah acredita que Ambrose não está morto, que ele usou seus poderes de alteração de realidade para se congelar no tempo e para evitar morrer. Ele não sabe como salvá-lo, mas acredita que os 4 possuem conhecimento e a ciência secreta necessária para isso.

Elijah Snow salvou Jakita e salvou o Baterista. Ele acredita que sua missão é salvar Ambrose Chase e que para isso ele vai passar por cima de qualquer um que tentar impedir, no caso os 4.

A lavação de roupa suja termina aí, mas a edição ainda não. Nesse momento, um raio desce do céu e eviscera o prédio. O subsolo aonde eles estão é um super bunker (por isso que tem uma coleção Planetary lá). Todo mundo do prédio do Planetary no Brasil morre, exceto o time de campo que estava no Bunker.

Jakita e o Baterista se mostram mais dispostos agora a acabar com os 4. Elijah desenha um 4 nas cinzas e corta o número com o dedo. Hora da caçada.

Fim da edição.

Planetary 24 Sistemas

O que eu acho de Sistemas?

Eu lembro que adorei essa edição na primeira vez que eu a li. Hoje em dia eu li Planetary tantas vezes, prestando tanta atenção aos detalhes que essa edição me parece uma repetição. Mesmo assim, é bom ver tudo condensado e lembrar porque eu gosto tanto desse gibi. Porque tudo é muito interessante, muito complexo e muito bem amarrado.

E porque os diálogos são excelentes.

Além disso, simbolicamente, ela representa o fim dos segredos e a preparação para a batalha final (que acontece nas duas edições finais). Lembre-se: é tudo sobre informação e Elijah Snow tem um plano.

E claro, se você em algum momento esqueceu que os 4 são uns desgraçados, eles explodiram um prédio sem nenhuma dificuldade. Agora é guerra.

Eu gosto muito dessa edição, especialmente da parte visual, que vai mostrando cenas da saga em meio à sala escura. É muito boa mesmo.

Agora é reta final. Então vamos seguir.

Então é isso, edição sensacional. E se você estava perdido até aqui, agora dá para ficar tudo mais claro.
E você, ainda não pegou Planetary para ler, ou reler?
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Um abraço.
E tchau.

Vulto

Desprezível.

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